Bulldog Club lança calendário 2015.

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O nosso parceiro Bulldog Club selecionou 13 Bulldogs para estampar o calendário 2015, onde a ideia era colocar a foto do cão em seu respectivos mês de aniversário. Foram mais de 120 inscritos, e muitas fotos lindas mas infelizmente o ano só tem 12 meses.

Com o intuito de repassar uma porcentagem das vendas a Ongs de proteção e cuidado animal o calendário foi muito bem visto pelos apaixonados pelo Bulldog Inglês, as Ongs que receberam essa porcentagem foram a Loucos por Bicho e Oba! Organização bem animal, clique e conheça as instituições.

A primeira edição com 200 unidades foi uma febre e por esse motivo a Bulldog Club esta lançando a segunda edição do calendário, serão selecionados mais 13 Bulldogs, se tiver interesse em participar entre em contato aqui mesmo no email bullblog@bullblogingles.com, serão aceitos fotos acima de 1 mega.

Agradecimento aos cães selecionados da primeira edição.

Marcela reis – Tião
Luana Poli – Tofu
Camila e Diether – Amadeu
Eduardo Camargo – Polayna
Cibelle Borilo – Godiva
MIchelli Gugê – Mixirica
Eneida – Don Vito
Vanessa Jackisch – Amadeo
Luciane Lima – Olivia
Maristela Hardt – Gladstone
Sabrina Mattozo – Toreto
Adri Kotoman – Britney
Talita Xavier – Dina

E aos patrocinadores que anunciaram sua logomarca na base do calendário.

Vet Society – www.vetsociety.com.br

Designer – Bruna Capistrano

DogWash – facebook/dogwash

Talita Xavier Fotografia – www.talitaxavierfotografia.com.br

BaconDogs – facebook/bacondogs

Promex Plásticos – facebook/promexplasticos

Fique por dentro dos próximos selecionados para a segunda edição na fanpage da Bulldog Club, clique aqui!

Bullbeijos!

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Eduarda Volpatto - Colaboradora Bullblog e Bulldog Club

Eduarda Volpatto – Colaboradora Bullblog e Bulldog Club

 

A paciência é uma virtude de poucos.

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Mas não se preocupe, é tudo brincadeira =)

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Via – Vatuzy Junior Monteiro

Bulloween 2014 – Bulldogada Carioca.

O evento aconteceu no dia 16 de Novembro de 2014 no Clube do Totó – Recreio/RJ, clube criado especialmente para cães, com piscina, instrutores, pranchas de stand-up dogs e muita área verde para eles se divertirem à vontade, poder fazer muitos amigos e trocar experiências sobre seus cães.

Fadinha

Fadinha

Saímos de Curitiba rumo ao Rio de janeiro para prestigiar esse evento, além da diversão, fortalecemos laços de amizade que antes se limitava somente pelo facebook, a receptividade do Carioca é fascinante, faz com que qualquer um se sinta em casa.

Em parceria com a BaconDogs e Promex Plásticos oferecemos a todos uma linda Squeeze para ser utilizada no dia-a-dia, além de lindos brindes que foram sorteados.

O Bulloween da Bulldogada Carioca contou com patrocinadores renomados na linha Pet, e o Bullblog não poderia ficar de fora.

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O desfile de fantasias contou com uma criatividade sem fim, as risadas rolaram solta quando o gogoboy saiu a passarela perdendo sua sunga e o dinheiro arrecadado hehe!

Gogobull

Gogobull Bartholomeu – Proprietária Ana Shaula Sant’Ana

Godzila

Godzila

Bruxinha

Bullxinha Lola – Proprietário Leandro Pereira

Policial - Hércules

Policial – Hércules

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Troy – Proprietário Bruno Marins

 

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Para ver mais fotos do evento Clique Aqui!

Muitos prêmios para os primeiros lugares do desfile e sorteio de presentes dos patrocinadores, ninguém ficou sem presente. Contamos com a Purina, Dog Beer, De Boa design, Dona Pet, Blue Pet Veterinária, Thor Anuska, Fazendo Arte, BaconDogs, Angel Dogs, Uauh, Farmina, Coisas de Pet, Petite Peluche, Bulldog Club, Pop Dog, Acãopanhantes, Adoptapetbr, Taty Merlin, Chica Boutica, Wolf Store, Pet Delicia, Zee.Dogs, Creative Design MG, Bulldocão, Bulltropolis e Luqpet, obrigada pelo apoio e confiança com a Bulldogada Carioca.

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Um agradecimento especial as organizadoras Lisa Brauer que foi nossa guia turística pelo Rio de Janeiro, Roberta Teixeira que nos cedeu o apartamento durante o final de semana, Tárcila Ornelas que me convidou para o evento, Bruna Capistrano da BaconDogs minha parceira na organização dos brindes e designer do Calendário 2015 da Bulldog Club, e é claro não poderia esquecer meu colega de trabalho Carlos Henrique que dirigiu por mais de 13 horas até chegarmos a Barra da Tijuca, sem vocês essa aventura e experiência única não seria possível.

Encerramos com um poema…

Nossa Matilha
Um poema de Babaganoush

Dizem que temos respiração intensa,
E uma estrutura óssea um tanto quanto densa.

É verdade, somos feitos assim,
Desconhecemos o significado de “não”, mas adoramos um “sim”.

Pode parecer teimosia, mas preferimos o termo obstinação,
De fato, lidar conosco exige uma certa dose de aclamação.

Mas nos amar é algo que acontece com naturalidade,
Porque apesar da estrutura bruta, somos cheios de sensibilidade.

E dessa paixão toda nasceu a ideia de um novo lar,
Uma terra onde todos lá presentes pudessem nos adorar.

E foi nos encontros da Bulldogada que unimos nossa matilha,
E para nós, os Bulldogs, isso é sinônimo de família.

Baba no Bulloween 2014 - Bulldogada Carioca

Baba no Bulloween 2014 – Bulldogada Carioca

“Se o seu Bulldog fica muito agitado em lugares cheios e movimentados e/ou apresenta dificuldade respiratória, não leve. Respeite seus limites.”

Bullbeijos!

Eduarda Volpatto - Colaboradora Bullblog e Bulldog Club

Eduarda Volpatto – Colaboradora Bullblog e Bulldog Club

Amor de Mãe – por Fernanda Lyra

Fernanda Lyra e Baba

Fernanda Lyra e Baba

Gostaria de compartilhar com vocês um texto que li e me identifiquei muito além de ficar emocionada com as belas palavras da Fernanda Lyra.

“A minha vida se transformou com a chegada dele. E não foi um pouco, não. Foi completamente. Não tem um aspecto sequer que tenha permanecido intacto.

Algumas das mudanças são deliciosas. Quando ele tinha apenas alguns meses de vida, eu acordava no meio da noite para verificar se ele estava respirando direitinho. E ficava olhando para ele dormir, hipnotizada com suas dobrinhas fartas de bebê. Quando ele fazia algo novo, meu marido e eu olhávamos um para o outro e preconizávamos aquela coisa boba como se fosse uma grande conquista. Aliás, fazemos isso até hoje.

E por falar em meu marido, quantas vezes não ouvi dele, “Olha que lindo nosso filho” com direito a suspiros? Diariamente. Às vezes eu deito do lado dele só para sentir o seu cheiro, que é o cheirinho de bebê mais gostoso do mundo. Há dois anos e três meses, chegar em casa se tornou a melhor parte do meu dia porque eu sou recebida com amor e carinho incondicionais. E quando meu marido chega? Aí é festa! “Daddy’s home!” já virou ritual aqui em casa com direito a música temática.

O barulho dele andando é o som mais confortante do mundo. Quando ele vem me dar beijo sem motivo aparente eu me derreto. E a reação dele quando eu trago um brinquedo novo para casa? Saltitante! Eu chego e ele já vai olhar dentro da minha bolsa porque é lá onde eu escondo as surpresas. Toda vez que ele aprende a reconhecer um bicho de pelúcia novo eu vibro com orgulho.

Dia das Mães e Dia dos Pais são datas deliciosas quando temos filhos. Sim, é muito legal também quando somos apenas os filhos e podemos prestigiar nossos pais, mas tem algo muito especial em poder acordar naquele dia e dar muitos beijose abraços naquela coisinha pequena e gorducha que ama você acima de tudo. Não existem palavras que podem descrever o que é saber que aquele ser existe no mundo, vive aquela vida, tem aquela estrutura porque você (e seu marido) decidiram formar uma família. É claro que eu escolho os presentes que “ele entrega” ao meu marido e vice-versa. Mas não importa. Essas datas são mais coloridas mesmo sem ele entender o seu significado.

E as fotografias? Nem me fale das fotos… tive que comprar um celular com memória gigantesca para armazenar as milhares (não são dezenas, nem centenas, são milhares) de fotos que tenho dele. Tiro foto dele fazendo tudo porque não tem uma só coisa que ele faça – dormir, brincar, pular, correr – que não seja fascinante e encantadora para mim. Confesso: às vezes meus olhos enchem de lágrimas de felicidade só de pensar nele.

Preciso ser justa: algumas mudanças são terríveis. Sair de casa sem ele me causa, invariavelmente, um aperto no coração. Achei que eu fosse me acostumar com o tempo, mas a saudade não diminuiu. Do casal, eu sempre fui a que gostava de viajar. Hoje em dia, eu fico com o coração tão apertado de ter que ficar longe do meu filho que passei a encarar a ideia de viajar com uma ansiedade terrível. Sim, eu ainda curto a viagem. Mas choro todos os dias de saudades e toda vez prometo para mim mesma que aquela é última viagem que vou fazer. Mas eu sei que tenho que continuar viajando e que não posso me render às minhas neuroses.

Para acalmar meus nervos, marco viagens com antecedência e só quando minha irmã pode ficar hospedada na minha casa cuidando dele. Tem um manual de dez páginas com todos os gostos, rituais, alergias, cuidados especiais e manias dele. Ele não fala português, então eu precisei elucidar cada barulhinho dele nesse documento. Com a minha irmã eu fico (relativamente) tranquila porque sei que ela cuida dele como eu. Mesmo assim, durante uma viagem que eu fiz com meu marido há cerca de um ano, ela precisou deixá-lo com a nossa mãe porque ela teve uma emergência (um incêndio na casa do marido dela, quer dizer, um motivo mais do que justo). Eu tenho vergonha de admitir que eu demorei uns dez minutos para pensar no meu cunhado e na família dele (mil desculpas, Rafa…). Passei esse tempo pensando,exclusivamente,no meu filho. Ele estava bem? Será que ele ficou com medo? Eu estava em Nova Iorque quando recebi a notícia, no SpottedPig para ser mais precisa. Comecei a chorar tão descontroladamente que a pessoa na mesa ao lado veio me consolar. Normalmente, meu marido morreria de vergonha com um drama desses em lugar público, mas ele era outro que só conseguia pensar se nosso filho estava bem com a avó. (Ele estava, graças a Deus)

Baba

Baba

A dinâmica dos feriados e datas comemorativas também mudou completamente. O Natal é um excelente exemplo dessa mudança. Antes dele chegar, meu marido e eu passávamos o Natal reunidos com nossas duas famílias estendidas, mãe, sogra, irmã, padrasto, avó, tia, madrinha, enfim, todos juntos. A família é pequena, então a data tinha um clima intimista e civilizado. Ele foi a primeira criança da família dessa nova geração. E tudo mudou! Os presentes são todos para ele. E como ele ganha brinquedos! Sempre tem aquela competição gostosa para ver qual foi o presente favorito e, geralmente, acaba sendo o menos esperado (e as vezes é até algo inusitado como a embalagem). Ele dorme cedo, mas até dormir todos têm que brincar com ele, mesmo durante a ceia. Ele é fofinho demais para resistir.

Outra ocasião que me vem a mente foi o Carnaval de 2013. Uma semana antes do Carnaval ele teve uma úlcera na córnea e teve que operar. O procedimento foi bem sucedido, mas ele conseguiu a proeza de, sem querer, tirar seus próprios pontos e, para que a úlcera pudesse sarar, eu tive que passar cinquenta dias colocando três tipos de colírio nele de hora em hora. Vinte e quatro horas por dia. Obviamente, não dormi direito durante esse tempo todo e, no final, eu tinha que programar o despertador com um volume ensurdecedor porque eu tinha tanto sono que só mesmo isso para me acordar com tanta frequência. E quem me conhece sabe que eu tenho sono muito leve.

Tem também as mudanças no meu corpo. Eu tenho cicatrizes por causa dele. Não as amo, mas ser mãe dele faz qualquer marca medonha valer a pena. Todo dia eu ganho um hematoma novo por causa das brincadeiras (ele acha que é pequeno e leve) e sinto uma dor permanente na região da lombar porque ele gosta de tirar cochilos em cima de mim e ele está muito pesado para isso. Mas eu consigo resistir? É claro que não. Eu encaro coisas desse tipo como um pequeno preço a se pagar por uma felicidade que não se mede, por um amor que eu não imaginava ser possível sentir, não digo só pela intensidade, mas pelo tipo de amor. Amor regido por medo dele se machucar, vontade louca de protegê-lo a qualquer custo, culpa por ter que ficar longe dele de vez em quando e, principalmente, por explosões de realização e alegria de saber que ele existe na minha vida. Meu marido e eu explicamos que ele não foi gerado na minha barriga, mas que nasceu do nosso amor. Ele não entende o que nós falamos, é claro. Mas entende o amor. Disso eu tenho certeza. Ele sabe que nós dois somos perdidamente apaixonados por ele.

De todas as mudanças, a maior é a total falta de espontaneidade em qualquer decisão que tomamos. Vamos sair para jantar? Precisamos pensar numa logística. Afinal, se estiver muito calor ele não pode ficar sozinho. Se formos demorar muito tempo, ele pode se sentir solitário. Nossa secretaria do lar pediu demissão? Uma crise! Ele é acostumado com ela. Será que ele vai se adaptar à nova pessoa? Vamos subir para Araras? Preciso ver se estou levando todos os remédios dele (ele é terrivelmente alérgico, então está sempre tomando algum medicamento). Queremos assistir a um filme? Peraí, tenho que ver se é uma produção da MGM porque, se for, ele começa a latir loucamente com aquele leão da abertura.

Latir? É, latir. Meu filho é canino. O nome dele é Babaganoush e ele é um buldogue inglês.

Quem não sabia disso pode estar lendo e pensando: “Ah, então não conta. Não é filho de verdade.” Já ouvi isso de tantas pessoas. Nessas horas, começo a rir por dentro. Porque eu sei que conta, sei do amor que eu sinto e sei que quem não entende não faz por mal, mas, tadinhos, estão lamentavelmente equivocados.

Bruno, Fernanda e o Baba.

Bruno, Fernanda e o Baba.

Eu também já ouvi várias vezes “Não é mesma coisa!”. Nessas horas eu rio alto mesmo. A mesma coisa do que exatamente? Do que um filho humano? É claro que não é! Mas precisa ser a mesma coisa para ser válido? Para ser real? Aliás, até onde eu posso perceber, nenhuma experiência com a maternidade é a “mesma coisa”. Quem é mãe solteira tem uma experiência muito diferente da pessoa que tem um companheiro estável ao seu lado criando um filho. Quem tem filhos mais agitados, com déficit de atenção hiperativo, por exemplo, tem praticamente uma espécie diferente de criança! E quem tem babá e/ou secretária do lar versus quem não tem ajuda alguma? E as mães que não trabalham vis-à-vis as mães que tem carreiras puxadas? Nenhum desses casos é “a mesma coisa” ao serem comparados com suas contrapartidas. Mas nada disso importa.

De repente você está lendo isso e pensando “Mas ele é um cachorro! Não pertence à mesma espécie que você!” Isso é verdade. Mas e daí? Ele pode não aprender a falar português ou ter a mesma habilidade cognitiva de um ser humano, mas e quem tem um filho humano com necessidades especiais? É menos mãe por causa disso? Sim, a expectativa de vida dele é menor do que a minha. Mas a minha tia perdeu o filho dela quando ele era muito jovem. Ela já vive e ainda vai viver muitos e muitos anos a mais do que ele. Ter perdido o filho significa que ela não foi mãe? Ou que ela foi menos mãe? Ah, mas ele não tem minha genética? De fato, não tem(apesar de, inexplicavelmente, os olhos dele serem iguais aos da minha irmã). Mas nenhum filho adotivo tem a genética de seus pais e são filhos tais quais os biológicos. Alguém discorda? Caso positivo, saia da caixa. É muito mais divertido pensar – e viver – fora dela.

A maternidade é uma experiência muito pessoal. De repente um dia eu irei decidir ter filhos humanos e, nesse dia, terei como falar com mais propriedade sobre as diferenças – que obviamente irão existir – entre ter um filho humano e um filho canino. Mas, para todos aqueles que me perguntam quando eu vou ter filho, posso afirmar com uma certeza inexorável: eu já tenho um filho. O nome dele é Babaganoush e ele é perfeito.”

Escritora – Fernanda Lyra

Fernanda escreve para o Blog Afiadas, na seção Ficção Afiada, para ler mais clique aqui!

Bulldogada Carioca organiza o Bulloween 2014.

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Mais um evento da Bulldogada Carioca, agora o Bulloween 2014, dia 16/11/2014 – 16h00 a 19h00 no Clube do Totó – Recreio/RJ

Confirme sua presença no evento, clique aqui!   –   Bulldogada Carioca no Facebook.

“Se o seu Bulldog fica muito agitado em lugares cheios e movimentados e/ou apresenta dificuldade respiratória, não leve. Respeite seus limites.”

” O evento conta com patrocinadores renomados no mundo dos pets, e o Bullblog não poderia ficar de fora!

Participe desse encontro e não perca a oportunidade de passar uma tarde com seu Bulldog num clube criado especialmente para cães, com piscina, instrutores, pranchas de stand up dogs e muita área verde para eles se divertirem à vontade! Enquanto isso, você faz novos amigos, troca experiências, assiste ao desfile de fantasias, ganha brindes, participa dos sorteios e ainda pode comprar vários produtos com motivos de Bulldog e pets em geral.” Confira os Patrocinadores:

* Adoptapetbr

http://facebook.com/adoptapetbr

instagram.com/adoptapetbr

adoptapetbr

* Angel Dogs Treinamento Canino
http://www.angeldogs.com.br/

https://www.facebook.com/Angeldogsadestramento

angeldogstreinamentocanino

* BaconDogs
www.facebook.com/BaconDogsBR

bacondogs

* Bulldog Club
http://www.facebook.com/bulldogclubbrasil

http://instagram.com/bulldog_club

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* BulldoCão
www.facebook.com/bulldocao

instagram.com/bulldocao

bulldocao

* Bulltropolis
www.bulltropolis.com.br
https://pt-br.facebook.com/…/Bulltropoliscom/133646050148853

bulltropolis

* Chica Boutica
www.chicaboutica.com.br
https://pt-br.facebook.com/chicaboutica

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donapet
* Farmina
www.farmina.com
fazendoarte
* PetManiacs
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* Pet Delícia

www.petdelicia.com.br

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* Acãopanhantes Dog Walker
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Bullbeijos!

Eduarda Volpatto

Colaboradora Bullblog e Bulldog Club.

Halloween dos Bulls reúne mais de 60 Bulldogs em Curitiba

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Pietra Prop – Hélio e Saiury

Bullblog esteve no Halloween dos Bulls, que reuniu mais de 60 Bulldogs no Phoenix Studio em Curitiba.

Organizado pelo Roberto da Bulldogada Barigui o evento foi um sucesso, em parceria com o apoio de alguns parceiros como Premier, Casa do Produtor, Bacon Dogs, Endorgard, entre outros. Muitos Bulldogs fantasiados, troca de experiência e muitos sorteios de brindes.

Origem da Bulldogada Barigui

A ideia da Bulldogada surgiu em meados de 2013 depois de uma conversa entre o gerente comercial Roberto Bajdiuk e o engenheiro elétrico Ercio Saut. Como se reuniam com frequência com seus “bulls” – forma carinhosa de chamá-los -, decidiram buscar mais pessoas apaixonadas pela raça. “As primeiras edições atraíram, em média, 15 cachorros.
A paixão de Bajdiuk pela raça é antiga e começou de forma simbólica. “Minha mãe, quando tinha 17 anos, comprou uma porcelana de buldogue com o primeiro salário dela”, disse. O objeto, que existe até hoje, sempre foi motivo de contemplação. Até que, há dois anos, ele adquiriu a Lola, que o fez ficar ainda mais apaixonado pela raça.

Lola

Lola

Bullblog ofereceu uma linda cesta e a ganhadora foi a Andreia Prado, parabéns!

Andreia Prado - ganhadora da cesta Bullblog

Andreia Prado – ganhadora da cesta Bullblog

Para ajudar no tratamento da Kaity, uma Bulldog Inglesa abandonada numa clínica por possuir problemas em seus membros inferiores.

Bulldog Club contribuiu com uma camiseta 3D para a rifa de arrecadação de fundos para a compra da cadeirinha de rodas.

Para saber mais sobre a Kaity, clique aqui!

Kaity

Kaity

Eduarda, Sema e a ganhadora Karin Bürgel.

Eduarda, Sema e a ganhadora Karin Bürgel.

A fotógrafa Bia Cestaro cobriu o evento e clicou muitos momentos divertidos confira!

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Jimmy Prop – Karin Bürgel

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Evangelin Prop – Larissa Fernanda Maidl

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Homer Prop – Hélio e Saiury

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Charlie Prop – Jana Lima

Veja mais fotos, clique aqui!

Bullbeijos!

uuu Eduarda Volpatto

Colaboradora Bullblog e Bulldog Club.

Lucy Farted – Bulldog Inglês sensação no Instagram

Lucielle Bull

Lucielle Bull

Lucielle Bull, conhecida como @LucyFarted, é uma Bulldog inglês que vive em Orange County, na Califórnia.

Muito famosa por suas fotos maravilhosas ela exibe sua habilidade de equilibrar objetos na cabeça e tirar muitos selfies segurando seu iPhone.

Veja algumas fotos.

Lucielle Bull

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Lucielle Bull

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Eduarda Volpatto

Colaboradora Bullblog e Bulldog Club.

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