Acne canina.

A acne canina é uma alteração inflamatória que aparece na região do queixo e os lábios dos animais jovens. Em geral surge em cães de pêlo curto e tem correlação com a raça, bulldog inglês, boxer e dog alemão são muito acometidos. Os sinais clínicos mais comuns são lesões com aspecto avermelhado, inflamatórias, podendo gerar dor à palpação e cicatrizes posteriores.
O diagnóstico pode ser realizado pelo exame clínico do paciente e exames complementares, como a coleta de material do local e análise laboratorial.

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Proprietários – Leandro Liane Dornelles

O tratamento varia conforme a gravidade do problema e tempo de aparecimento, alguns pacientes crônicos demandam tratamento diferenciados. Evitar que o bull traumatize o local com a pata quando estiver com coceira ou ao esfregar-se em locais como sofás e tapetes é muito importante. A limpeza do local com produtos específicos e evitar espremer as espinhas também são muito importantes na recuperação do local. Medicações sistêmicas como antibióticos e antiinflamatórios também podem ser necessários, e muitas vezes alguns tratamentos devem ser mantidos por tempo prolongado até a resolução do problema.

vivianeDra. Viviane Dubal – CRMV/RS 8844
Formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e proprietária da Clinica Veterinária Saúde Animal em Porto Alegre.
(51) 30920191 ou (51)98782218
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Conhecendo o Bulldog – por Gilberto Pires Medeiros.

Foto - Gilberto Medeiros

Foto – Gilberto Pires Medeiros

Com que freqüência o Bulldog deve tomar banho?

Intervalos de 20 a 30 dias são suficientes. Banhos freqüentes não são indicados, pois retiram a oleosidade da pele, importante à sua proteção.

É necessário passear todos os dias com o Bulldog?

Sim, em especial quando morar em apartamento aconselha-se passeios diários, os quais, justamente por ser o Bulldog um cão sedentário, irão proporcionar-lhe melhor qualidade e maior expectativa de vida.

O Bulldog adapta-se com outros cães?

Sim, é de convivência pacífica. Eventuais desentendimentos são normais e dizem respeito tão-somente à organização hierárquica da matilha.

O Bulldog apresenta muitos problemas de saúde?

Assim como todas as raças, o Bulldog possui predisposição para algumas doenças. Estas, na maioria das vezes, são de origem genética. Por isso a importância de, ao adquirir o seu cão, procurar conhecer previamente o criador e seu trabalho. Criador sério e responsável não mantém em seu plantel cães com enfermidades transmissíveis à sua prole. Ainda, está sempre disponível a auxiliar no que lhe for possível, bem como a exibir sua criação.

O Bulldog é indicado para conviver com crianças?

Sim. É um cão de companhia, muito dócil. Gosta de admirar as crianças e de cuidá-las. Ainda assim, é aconselhável que as brincadeiras entre eles sejam monitoradas por um adulto, em especial quando o cão ainda for filhote e a criança ainda não tiver capacidade de compreender as limitações necessárias para uma saudável e tranqüila convivência.

Foto - Gilberto Medeiros

Foto – Gilberto Pires Medeiros

O Bulldog é um cão que se adapta em apartamento?

Sim, justamente por ser um cão de baixa atividade física e por latir muito pouco.

O Bulldog é um cão “roedor”?

Todo filhote tem necessidade de roer quando estiver trocando a dentição. É uma fase que pode ser superada sem stress se o dono dela já estiver ciente, preparando-se para auxiliar o filhote com os tantos meios disponíveis.

O Bulldog perde muito pêlo?

Como todo cão de pêlo curto, o Bulldog perde pêlo. Nas mudanças de estação a queda intensifica-se por um período. Convém lembrar que a escovação duas vezes por semana retira os pêlos mortos, diminuindo a quantidade no ambiente e contribuindo para a saúde da pelagem.

O Bulldog tem facilidade para aprender?

Sim, além de ter facilidade, é muito inteligente para apreender as lições. Aconselha-se a ensiná-lo com paciência e carinho, pois é inteligente o suficiente para não fazer aquilo que não quer. Ou seja, não é uma raça subserviente.

O Bulldog tolera ficar sozinho por períodos prolongados?

Não é aconselhável deixá-lo sozinho por períodos prolongados. O Bulldog, apesar de ser independente, também valoriza muito a companhia.  A solidão pode causar-lhe problemas de toda a ordem, inclusive de saúde.

Raquel Didonet

Raquel Didonet

Quais os cuidados indispensáveis a um Bulldog?

O principal cuidado que se deve ter é evitar a sua exposição ao calor excessivo. Por ser braquicefálico, sua respiração é sobrecarregada em dias muito quentes. No verão, sombra, água fresca, ventilador e ar condicionado são as suas opções preferidas. Os passeios, nesta época do ano, devem ser feitos nas horas mais frescas do dia ou à noite.

Qual a expectativa de vida do Bulldog?

As baixas expectativas de vida, de oito a dez anos mais ou menos, devem-se principalmente ao fato de ser um cão glutão e com predisposição ao sedentarismo. Porém, a expectativa de vida pode aumentar quando a alimentação correta, o exercício físico compatível e a interação com seu dono fizerem parte de sua rotina.

Qual é a alimentação indicada ao Bulldog?

O Bulldog é um cão insaciável e, portanto, deve-se cuidar da tendência à obesidade. Dar-lhe uma boa ração, do tipo Premium ou Super Premium, na medida indicada para a sua idade e peso, é o suficiente.

As respostas do criador são baseadas no seu conhecimento e experiência com a raça.

Fonte – wwwreservadorei.com.br

Gilberto Pires Medeiros Filho - Foto - Bibbo Camargo

Gilberto Pires Medeiros Filho ( Canil Reserva do Rei ) – Foto Bibbo Camargo

Bulldog e o verão.

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E chegou a época de sol e calor! A grande maioria das pessoas adora este período do ano. Mas muitos se descuidam com questões básicas com os cães, que necessitam de atenção especial nesta época do ano.

Hora do passeio

Se o asfalto estiver quente para o pé do ser humano, também estará sob o ponto de vista do cão. Além disso, cães têm maior dificuldade para regular a temperatura corporal, pois, diferentemente dos humanos, não suam. A regulação térmica se dá através da respiração ofegante, onde há troca do ar quente por ar mais frio. Raças braquicéfalas, de focinho achatado, como Bulldog, exigem especial cuidado, pois têm maior dificuldade para esta termo-regulação. Um cão braquicéfalo pode morrer rapidamente de hipertermia! Assim, por todos estes motivos, recomenda-se que nesta época do ano os passeios ocorram nos horários mais frescos do dia: pela manhã, o mais cedo possível, e no final da tarde. Ah! Jamais deve-se deixar um cão dentro do carro, mesmo com a janela aberta! Esta condição equivale a deixá-lo dentro de um forno ligado!

Parasitas e moscas

Durante o verão, com as temperaturas altas e muita umidade, aumenta a probabilidade de infestação por pulgas e carrapatos, que se proliferam com uma rapidez incrível diante das condições ambientais do verão.Esses parasitas, além de causarem enorme desconforto nos pets, podem ser uma porta de entrada para outros males, como verminoses e alergia a picada de pulgas. Por isso, é importante prevenir, consultando um veterinário sobre a melhor forma de utilizar os medicamentos específicos para matar e evitar infestações. Não se deve esquecer, igualmente, do ambiente onde o cão fica mais tempo: as larvas e ovos da pulga se instalam nestes locais e o ciclo não tem fim. Por este motivo, aspirar e limpar bem casinhas e colocar paninhos e travesseiros ao sol ajuda a prevenir infestações. Mas, muitas vezes, é necessário utilizar algum produto de uso veterinário específico. A limpeza do ambiente onde o peludo fica, especialmente se for ao ar livre, mantém as moscas afastadas. Estas são as causadoras do “berne”, que nada mais é do que a larva do mosquito depositada na forma de ovo sob a pele do animal. Esta condição é extremamente desconfortável e dolorosa, podendo provocar graves consequências para a saúde do pet.

Dicas refrescantes

Em dias muitos quentes, pode-se oferecer pedras de gelo para o cão, ou mesmo verduras (como cenoura) congeladas. São opções fáceis e o pet irá distrair-se enquanto se refresca. E, finalmente, o mais importante: deixar água fresca e à disposição durante todo o dia, em vários locais da casa!

Donos de cães e gatos substituem ração por dieta natural.

Troy & Truff - Proprietário Bruno Marins

Troy & Truff – Proprietário Bruno Marins

As três formas são balanceadas e baseadas em dietas postuladas por médicos-veterinários autores de livros consagrados – as referências estão informadas no material de cada modelo de dieta. Portanto, se você seguir as orientações à risca, nada faltará ao seu peludo. Os requerimentos nutricionais dele serão plenamente atendidos com uma dieta fresca, variada e natural!

Mas diante dessas opções – com ossos, sem ossos, crua, cozida – qual modalidade escolher? Falemos um pouquinho sobre vantagens e desvantagens de cada uma.

Alimentação Natural crua com ossos.

O objetivo da AN crua com ossos é simular a composição de uma presa (lebre, ave, pequeno ruminante etc) no contexto urbano. Para isso entram na dieta ossos crus (o esqueleto da presa), carnes cruas (músculo), vísceras cruas (miúdos, órgãos) e alguns complementos que representam partes do corpo que não conseguimos oferecer.

Vantagens

  • É a mais natural das 3 ANs. Isso porque de todas as dietas abordadas no nosso site, é a que mais se assemelha à dieta que um cão selvagem teria na natureza.
  • Combate o tártaro. A presença de ossos carnudos crus estimula a mastigação, promovendo a remoção mecânica do tártaro.
  • Estímulo mental e fortalecimento muscular. A mastigação de ossos carnudos crus proporciona enriquecimento mental e fortalecimento de músculos faciais.
  • Nutrientes dos ossos. A presença de ossos carnudos crus enriquece a dieta com colágeno, cartilagem, condroitina (que ajuda a proteger as articulações), tendões, ligamentos, além de proteína e um monte de minerais, dentre eles cálcio na medida certa.
  • Dispensa totalmente a adição de cálcio. A generosa proporção de ossos da dieta fornece todo o cálcio que o peludo precisa, exatamente da forma como ele receberia esse mineral se vivesse na natureza.
  • Mais econômica. A AN crua com ossos costuma ser um pouco mais barata que as demais dietas por conter uma boa proporção de ossos carnudos crus de frango, peças consideravelmente mais em conta que carne desossada.
  • Mais prática. Porque a dieta é 100% crua ou predominantemente crua. Basta montar as porções respeitando as proporções que ensinamos, congelar (para armazenar), descongelar e servir! Nada de cozinhar tudo, sujar panelas e depois ter que lavar um montão de louças.
  • Combate a coprofagia: para cães que comem suas próprias fezes, não há dieta mais indicada que a AN crua com ossos. O cocô produzido por essa dieta é o menos “atraente” dentre as três ANs, por ser extremamente sequinho e de odor super discreto.

Desvantagens

  • Pode requerer moedor de ossos. Você precisará triturar os ossos se seu cão não puder mastigar ossos carnudos crus devido à falta de dentes ou dificuldade de deglutição. Para casos assim vale a pena consultar o açougueiro e ver se ele pode moer os ossos – muitos topam! Em caso negativo, a recomendação é fazer como os adeptos de AN crua com ossos nos Estados Unidos, Oceania e Canadá: investir em um potente moedor de carnes. Como esse ou esse que infelizmente não são fáceis de encontrar no Brasil.
  • Encontrar ossos carnudos crus. Você pode oferecer com frequência peças de frango, como pescoço, cabeça e dorso de frango, que são mais baratas e fáceis de encontrar. Mas mesmo essas peças podem não ser fáceis de achar dependendo da região onde você mora. A oferta de pescoço é infrequente no Sul do país, por exemplo. O frango pode ser substituído ou alternado com pato, coelho, codorna, rã, algumas partes do peru e de outras espécies que você verá em detalhes no parágrafo sobre ossos carnudos crus.
  • Requer freezer ou congelador. Carnes, vísceras, ossos e peixes crus precisam passar alguns dias congelados antes de serem servidos ao seu peludo – detalhes desse procedimento estão informados no material das dietas cruas. Congelar as peças inativa parasitos como cistos de tênias e protozoários (toxoplasma). Sem esse cuidado, não é seguro oferecer dieta crua ao pet.

Alimentação Natural crua sem ossos.

Vantagens

  • Bem aceita por cães que não gostam ou não podem mastigar ossos. 
  • Você não precisa ficar procurando fornecedores de ossos carnudos crus. Localizar um fornecedor confiável de ossos carnudos crus pode não ser fácil dependendo de onde você mora. Esse modelo de dieta dispensa esse ingrediente, facilitando a vida.
  • Mais prática. Porque é 100% crua ou predominantemente crua. Basta montar as porções respeitando as proporções que ensinamos, congelar (para armazenar), descongelar e servir! Nada de cozinhar tudo, sujar panelas e depois ter que lavar um montão de louças.
  • Permite variar mais. Uma grande parte dos adeptos da AN crua com ossos acaba oferecendo apenas ossos carnudos crus de frango por essas peças serem mais baratas e fáceis de encontrar que codorna, pato, rã e coelho. Como a AN crua sem ossos não tem ossos carnudos crus, é possível variar mais as espécies de carnes desossadas oferecidas.

Desvantagens

  • Requer adição de cálcio. Não entram ossos nessa dieta; logo, você precisa suplementar cálcio. Esse mineral é suprido com sucesso adicionando a quantidade certa de farinha de cascas de ovos à dieta ou aviando cálcio em farmácia de manipulação e incluindo o conteúdo de uma cápsula à mistura que será servida, diariamente.
  • Requer freezer ou congelador. 
  • Não combate o tártaro. Uma dieta sem ossos não incentiva o pet a mastigar (o que reduz a formação de tártaro). Contorne isso oferecendo ossos naturais grandes ocasionalmente para ajudar na saúde oral e/ou invista em uma rotina de escovação dos dentes.

Alimentação Natural cozida

Trata-se de uma dieta com ótimos níveis de proteína animal de excelente qualidade, gorduras saudáveis na medida certa, carboidratos não inflamatórios de baixo índice glicêmico e enriquecida com legumes, verduras e hortaliças. AN cozida é hoje o modelo de dieta mais procurado pelos meus clientes, sendo recomendada por veterinários experientes em nutrição pet há décadas.

Bruce e Amy - Proprietária Andreia Bichara

Bruce e Amy – Proprietária Andreia Bichara

Vantagens

  • Apela a paladares exigentes. Tem peludo que só aceita carnes, vísceras e legumes cozidos. É justificável. Comidinha cozida é mais saborosa e cheirosa!
  • Alguns cães não toleram bem ossos e carnes cruas. Cachorros com estômago ou intestino mais sensível tendem a se dar melhor com uma dieta sem ossos (não abrasiva) e cozida.
  • Algumas pessoas não se sentem confortáveis oferecendo carnes cruas. Se esse é o seu caso, não deixe esse detalhe te impedir de estender ao seu peludo os benefícios fantásticos dos alimentos naturais. Cozinhe tudo! Seu cão receberá uma dieta anos-luz à frente da maioria das rações comerciais.
  • Não requer congelamento prévio em freezer. O cozimento destrói parasitos porventura presentes nas peças cruas, como cistos de tênias e o protozoário toxoplasma. É cozinhar e servir!

Desvantagens

  • Mais trabalhosa. Nesse modelo de dieta você cozinha tudo. Isso aumenta o trabalho que a dieta dá. Mas não é nenhum bicho de sete cabeças, como você verá no material da dieta cozida. Questão de se organizar!
  • Carnes e vísceras cozidas rendem menos. O cozimento desidrata carnes, vísceras e peixes, rendendo porções menores. Como a pesagem dos alimentos é feita depois do cozimento, você precisará comprar uma quantidade maior de carnes, vísceras e peixes do que se fosse oferecer esses mesmos itens crus. Com isso a dieta acaba saindo mais cara.
  • Requer adição de cálcio. 
  • Carnes muito cozidas são consideravelmente menos nutritivas. Carnes cruas ou mal passadas fornecem aminoácidos importantes como a carnitina e a taurina, benéficos ao coração. O cozimento excessivo destrói enzimas e grande parte da taurina e prejudica outros elementos, como as vitaminas. Para seu peludo extrair o máximo de nutrientes da dieta cozida, cozinhe levemente carnes, vísceras e peixes. Somente até mudar de cor, por exemplo.
Foto Adriana Fabrini

Foto Adriana Fabrini

Posso variar entre os tipos de dieta ou devo escolher apenas uma?

É possível, sim. Eu mesma vario entre as três dependendo dos alimentos que tenho em casa. Meus cães são adeptos de Alimentação Natural crua com ossos desde 2008, mas num aperto preparo dieta cozida ou vou de AN crua sem ossos. Eles aceitam numa boa essas mudanças bruscas, até curtem. Mas alguns cães de paladar muito exigente ou de estômago mais sensível podem não aceitar ou tolerar bem dietas com ossos ou com carnes cruas. E certos peludos bem habituados à AN crua com ossos podem começar a recusar a dieta se apresentados ao modelo cozido, que é mais saboroso.

Minha sugestão: levando em conta o jeitão do seu peludo e os prós e contras de cada dieta expostos acima comece pela AN que você acha que tem mais chances de sucesso. Há casos em que o cão nos obriga a mudar o modelo de dieta simplesmente porque deixa de aceitar a alimentação que vinha recebendo até então. Observei isso com alguns pacientes que pararam de querer a AN crua com ossos e o tutor não teve outra alternativa a não ser passar à dieta sem ossos ou à cozida.

AN crua com ossos para cães de focinho achatado.

Lola - Proprietário Roberto

Lola – Proprietário Roberto

A AN crua com ossos é adequada a todo e qualquer cão saudável. Mas você verá, nos segmentos sobre ossos carnudos crus, que nem todo cão é capaz de mastigar e deglutir com segurança todos os ossos. Várias peças que exigem mastigação são contraindicadas a braquicefálicos, a turma canina do nariz achatado.

 Raças como Shih Tzu, Bulldogs Inglês e Francês, Pug e Pequinês são propensas  a engasgos por apresentarem dificuldades na mastigação, deglutição e até respiração.    Infelizmente, conheço casos de buldogues que engasgaram feio com brinquedos, água,  grãos de ração e, sim, até com ossos naturais.

 Uma solução definitiva para o risco de engasgo com os ossos é moê-los em casa ou  comprá-los já moídos. É o que tenho recomendado a quem tem cães das raças acima ou  que já engasgaram por besteira. Ossos carnudos moídos não ajudam a limpar os dentes,  mas para isso existem alternativas, como a escovação frequente dos dentes ou roerossos  naturais recreativos. A trituração garante a segurança da AN crua com ossos e não altera o  valor nutricional das peças – que é o que realmente importa!

O que não é Alimentação Natural Cozida.

Oferecer AN cozida definitivamente não é dar restos da nossa comida. E não é dar apenas frango, arroz branco e cenoura – esse tipo de “dieta” conduz a problemas de saúde por deficiências de nutrientes importantes, como vitaminas, minerais e ácidos graxos. Também não é preparar aquela panelada-da-vovó que tem tudo e mais um pouco, sem medida nem proporção.

Observação: pets portadores de quadros crônicos podem requerer dietas especiais, com restrições e adições que auxiliam no controle do problema. Na dúvida, consulte sempre o veterinário do seu amigão. Se depois de um check-up completo o veterinário achar que seu peludo está apto a receber uma dieta adequada a cães saudáveis, vá em frente. 

Leia mais no site www.cachorroverde.com.br

 Bullbeijos!

Vem aí 16ª Edição da Revista Bulldog Show!

15 ª Edição

Pessoal, interessados em anunciar na BULLDOG SHOW 16, favor enviar e-mail ou mensagem inbox.
revista@bulldogshow.com.br

Segue link com a última edição online da revista:

http://www.youblisher.com/p/1009627-Revista-BULLDOG-SHOW-E…/

SAS – Ansiedade de Separação

Britney - Proprietária Adri Kotoman

Britney – Proprietária Adri Kotoman

Vamos falar sobre SAS onde citamos alguns comportamentos apresentados para cães que sofrem com ela, mas podem se manifestar por outros motivos.

Problema comum enfrentado por diversas famílias e seus cães é a Ansiedade de Separação, apresentada quando os cães são deixados sozinhos, oque é um problema grave. Sintomas mais comuns são: destruição por roeduras, latidos excessivos e grande excitação na chegada dos donos.
Móveis
Sobre a destruição dos móveis na ausência dos donos os cães ficam ansiosos e como nós buscam algo para aliviar esta “tensão”, roer é uma opção! Sabemos que é a SAS quando encontramos móveis próximos a porta de saída de casa ou a própria porta roídos e arranhados. Praticar uma boa atividade física antes de os deixarmos a sós e oferecer opções para mantê-los ocupados na nossa ausência (ossos, brinquedos interativos). E ao sairmos de casa não devemos nos despedir, devemos somente sair calmamente sem excita-los.
Roedura
Os cães como nós, roerão por ansiedade, ociosidade e/ou comportamento adquirido (mania). Mastigamos chicletes, palitos e roemos as unhas, com exceção os filhotes que na troca de dentes possuem outras necessidades.
Importante ao sairmos é não excita-los e oferecer opções aos cães para que mantenham os distraídos e envolvidos por mais tempo, a fórmula que usamos é exercer aquela boa caminhada com intensidade adequada e após chegar em casa alimenta-los. Assim provocaremos aquela “preguiça” após refeição que também nos atinge após um belo almoço. Antes de sairmos de casa podemos oferecer um belo osso para ser roído e manter o cão ocupado por mais tempo. Prefiro ossos grandes e pesados como fêmur e canelas bovinas (encontrados em PetShops). Dão trabalho e não quebram, mantendo nossos amigos entretidos e assim evitando roer nossos objetos e móveis.
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Imagem da Internet

Latidos excessivos
Este problema tem algumas origens como insegurança, ociosidade e comportamento adquirido. A Ansiedade de Separação também pode provocar esta atitude tão incomoda para proprietários e vizinhos.
Neste caso os latidos excessivos manifestados por SAS possuem estímulos na insegurança ou ociosidade, primeiro passo é não incentivarmos os latidos nem recompensar o comportamento, ao deixarmos o cão só não devemos retornar caso o cão ladre ou chore. Devemos aguardar até ele silenciar e assim podemos abrir portas e dar atenção. Praticar atividade física regular e os demais exercícios mencionados nas sextas passadas auxiliaram na solução deste problema.
Pulos
Agora falaremos sobre um comportamento comum e muitas vezes bem incomodo os pulos quando chegamos em casa, assim como nas visitas. Lembrando que ao sair de casa não devemos falar com nossos cães, simplesmente sair. E ao chegar evitar comunicação entre muros e portas, pois isto excita e estimulamos cães a saltarem. Como chegar em casa? No início pode não ser tão fácil mas é possível! Podem acreditar, ao chegar abra a porta e entre direto sem falar, sem tocar nos cães, e só fale com eles quando estiverem calmos.
Foto - Bibbo Camargo

Foto – Bibbo Camargo

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Rafael Rodrigues – soluções em comportamento de cães
Rio de Janeiro -Rj.
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Mitos e verdades sobre a castração.

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