A paciência é uma virtude de poucos.

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Mas não se preocupe, é tudo brincadeira =)

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Via – Vatuzy Junior Monteiro

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Amor de Mãe – por Fernanda Lyra

Fernanda Lyra e Baba

Fernanda Lyra e Baba

Gostaria de compartilhar com vocês um texto que li e me identifiquei muito além de ficar emocionada com as belas palavras da Fernanda Lyra.

“A minha vida se transformou com a chegada dele. E não foi um pouco, não. Foi completamente. Não tem um aspecto sequer que tenha permanecido intacto.

Algumas das mudanças são deliciosas. Quando ele tinha apenas alguns meses de vida, eu acordava no meio da noite para verificar se ele estava respirando direitinho. E ficava olhando para ele dormir, hipnotizada com suas dobrinhas fartas de bebê. Quando ele fazia algo novo, meu marido e eu olhávamos um para o outro e preconizávamos aquela coisa boba como se fosse uma grande conquista. Aliás, fazemos isso até hoje.

E por falar em meu marido, quantas vezes não ouvi dele, “Olha que lindo nosso filho” com direito a suspiros? Diariamente. Às vezes eu deito do lado dele só para sentir o seu cheiro, que é o cheirinho de bebê mais gostoso do mundo. Há dois anos e três meses, chegar em casa se tornou a melhor parte do meu dia porque eu sou recebida com amor e carinho incondicionais. E quando meu marido chega? Aí é festa! “Daddy’s home!” já virou ritual aqui em casa com direito a música temática.

O barulho dele andando é o som mais confortante do mundo. Quando ele vem me dar beijo sem motivo aparente eu me derreto. E a reação dele quando eu trago um brinquedo novo para casa? Saltitante! Eu chego e ele já vai olhar dentro da minha bolsa porque é lá onde eu escondo as surpresas. Toda vez que ele aprende a reconhecer um bicho de pelúcia novo eu vibro com orgulho.

Dia das Mães e Dia dos Pais são datas deliciosas quando temos filhos. Sim, é muito legal também quando somos apenas os filhos e podemos prestigiar nossos pais, mas tem algo muito especial em poder acordar naquele dia e dar muitos beijose abraços naquela coisinha pequena e gorducha que ama você acima de tudo. Não existem palavras que podem descrever o que é saber que aquele ser existe no mundo, vive aquela vida, tem aquela estrutura porque você (e seu marido) decidiram formar uma família. É claro que eu escolho os presentes que “ele entrega” ao meu marido e vice-versa. Mas não importa. Essas datas são mais coloridas mesmo sem ele entender o seu significado.

E as fotografias? Nem me fale das fotos… tive que comprar um celular com memória gigantesca para armazenar as milhares (não são dezenas, nem centenas, são milhares) de fotos que tenho dele. Tiro foto dele fazendo tudo porque não tem uma só coisa que ele faça – dormir, brincar, pular, correr – que não seja fascinante e encantadora para mim. Confesso: às vezes meus olhos enchem de lágrimas de felicidade só de pensar nele.

Preciso ser justa: algumas mudanças são terríveis. Sair de casa sem ele me causa, invariavelmente, um aperto no coração. Achei que eu fosse me acostumar com o tempo, mas a saudade não diminuiu. Do casal, eu sempre fui a que gostava de viajar. Hoje em dia, eu fico com o coração tão apertado de ter que ficar longe do meu filho que passei a encarar a ideia de viajar com uma ansiedade terrível. Sim, eu ainda curto a viagem. Mas choro todos os dias de saudades e toda vez prometo para mim mesma que aquela é última viagem que vou fazer. Mas eu sei que tenho que continuar viajando e que não posso me render às minhas neuroses.

Para acalmar meus nervos, marco viagens com antecedência e só quando minha irmã pode ficar hospedada na minha casa cuidando dele. Tem um manual de dez páginas com todos os gostos, rituais, alergias, cuidados especiais e manias dele. Ele não fala português, então eu precisei elucidar cada barulhinho dele nesse documento. Com a minha irmã eu fico (relativamente) tranquila porque sei que ela cuida dele como eu. Mesmo assim, durante uma viagem que eu fiz com meu marido há cerca de um ano, ela precisou deixá-lo com a nossa mãe porque ela teve uma emergência (um incêndio na casa do marido dela, quer dizer, um motivo mais do que justo). Eu tenho vergonha de admitir que eu demorei uns dez minutos para pensar no meu cunhado e na família dele (mil desculpas, Rafa…). Passei esse tempo pensando,exclusivamente,no meu filho. Ele estava bem? Será que ele ficou com medo? Eu estava em Nova Iorque quando recebi a notícia, no SpottedPig para ser mais precisa. Comecei a chorar tão descontroladamente que a pessoa na mesa ao lado veio me consolar. Normalmente, meu marido morreria de vergonha com um drama desses em lugar público, mas ele era outro que só conseguia pensar se nosso filho estava bem com a avó. (Ele estava, graças a Deus)

Baba

Baba

A dinâmica dos feriados e datas comemorativas também mudou completamente. O Natal é um excelente exemplo dessa mudança. Antes dele chegar, meu marido e eu passávamos o Natal reunidos com nossas duas famílias estendidas, mãe, sogra, irmã, padrasto, avó, tia, madrinha, enfim, todos juntos. A família é pequena, então a data tinha um clima intimista e civilizado. Ele foi a primeira criança da família dessa nova geração. E tudo mudou! Os presentes são todos para ele. E como ele ganha brinquedos! Sempre tem aquela competição gostosa para ver qual foi o presente favorito e, geralmente, acaba sendo o menos esperado (e as vezes é até algo inusitado como a embalagem). Ele dorme cedo, mas até dormir todos têm que brincar com ele, mesmo durante a ceia. Ele é fofinho demais para resistir.

Outra ocasião que me vem a mente foi o Carnaval de 2013. Uma semana antes do Carnaval ele teve uma úlcera na córnea e teve que operar. O procedimento foi bem sucedido, mas ele conseguiu a proeza de, sem querer, tirar seus próprios pontos e, para que a úlcera pudesse sarar, eu tive que passar cinquenta dias colocando três tipos de colírio nele de hora em hora. Vinte e quatro horas por dia. Obviamente, não dormi direito durante esse tempo todo e, no final, eu tinha que programar o despertador com um volume ensurdecedor porque eu tinha tanto sono que só mesmo isso para me acordar com tanta frequência. E quem me conhece sabe que eu tenho sono muito leve.

Tem também as mudanças no meu corpo. Eu tenho cicatrizes por causa dele. Não as amo, mas ser mãe dele faz qualquer marca medonha valer a pena. Todo dia eu ganho um hematoma novo por causa das brincadeiras (ele acha que é pequeno e leve) e sinto uma dor permanente na região da lombar porque ele gosta de tirar cochilos em cima de mim e ele está muito pesado para isso. Mas eu consigo resistir? É claro que não. Eu encaro coisas desse tipo como um pequeno preço a se pagar por uma felicidade que não se mede, por um amor que eu não imaginava ser possível sentir, não digo só pela intensidade, mas pelo tipo de amor. Amor regido por medo dele se machucar, vontade louca de protegê-lo a qualquer custo, culpa por ter que ficar longe dele de vez em quando e, principalmente, por explosões de realização e alegria de saber que ele existe na minha vida. Meu marido e eu explicamos que ele não foi gerado na minha barriga, mas que nasceu do nosso amor. Ele não entende o que nós falamos, é claro. Mas entende o amor. Disso eu tenho certeza. Ele sabe que nós dois somos perdidamente apaixonados por ele.

De todas as mudanças, a maior é a total falta de espontaneidade em qualquer decisão que tomamos. Vamos sair para jantar? Precisamos pensar numa logística. Afinal, se estiver muito calor ele não pode ficar sozinho. Se formos demorar muito tempo, ele pode se sentir solitário. Nossa secretaria do lar pediu demissão? Uma crise! Ele é acostumado com ela. Será que ele vai se adaptar à nova pessoa? Vamos subir para Araras? Preciso ver se estou levando todos os remédios dele (ele é terrivelmente alérgico, então está sempre tomando algum medicamento). Queremos assistir a um filme? Peraí, tenho que ver se é uma produção da MGM porque, se for, ele começa a latir loucamente com aquele leão da abertura.

Latir? É, latir. Meu filho é canino. O nome dele é Babaganoush e ele é um buldogue inglês.

Quem não sabia disso pode estar lendo e pensando: “Ah, então não conta. Não é filho de verdade.” Já ouvi isso de tantas pessoas. Nessas horas, começo a rir por dentro. Porque eu sei que conta, sei do amor que eu sinto e sei que quem não entende não faz por mal, mas, tadinhos, estão lamentavelmente equivocados.

Bruno, Fernanda e o Baba.

Bruno, Fernanda e o Baba.

Eu também já ouvi várias vezes “Não é mesma coisa!”. Nessas horas eu rio alto mesmo. A mesma coisa do que exatamente? Do que um filho humano? É claro que não é! Mas precisa ser a mesma coisa para ser válido? Para ser real? Aliás, até onde eu posso perceber, nenhuma experiência com a maternidade é a “mesma coisa”. Quem é mãe solteira tem uma experiência muito diferente da pessoa que tem um companheiro estável ao seu lado criando um filho. Quem tem filhos mais agitados, com déficit de atenção hiperativo, por exemplo, tem praticamente uma espécie diferente de criança! E quem tem babá e/ou secretária do lar versus quem não tem ajuda alguma? E as mães que não trabalham vis-à-vis as mães que tem carreiras puxadas? Nenhum desses casos é “a mesma coisa” ao serem comparados com suas contrapartidas. Mas nada disso importa.

De repente você está lendo isso e pensando “Mas ele é um cachorro! Não pertence à mesma espécie que você!” Isso é verdade. Mas e daí? Ele pode não aprender a falar português ou ter a mesma habilidade cognitiva de um ser humano, mas e quem tem um filho humano com necessidades especiais? É menos mãe por causa disso? Sim, a expectativa de vida dele é menor do que a minha. Mas a minha tia perdeu o filho dela quando ele era muito jovem. Ela já vive e ainda vai viver muitos e muitos anos a mais do que ele. Ter perdido o filho significa que ela não foi mãe? Ou que ela foi menos mãe? Ah, mas ele não tem minha genética? De fato, não tem(apesar de, inexplicavelmente, os olhos dele serem iguais aos da minha irmã). Mas nenhum filho adotivo tem a genética de seus pais e são filhos tais quais os biológicos. Alguém discorda? Caso positivo, saia da caixa. É muito mais divertido pensar – e viver – fora dela.

A maternidade é uma experiência muito pessoal. De repente um dia eu irei decidir ter filhos humanos e, nesse dia, terei como falar com mais propriedade sobre as diferenças – que obviamente irão existir – entre ter um filho humano e um filho canino. Mas, para todos aqueles que me perguntam quando eu vou ter filho, posso afirmar com uma certeza inexorável: eu já tenho um filho. O nome dele é Babaganoush e ele é perfeito.”

Escritora – Fernanda Lyra

Fernanda escreve para o Blog Afiadas, na seção Ficção Afiada, para ler mais clique aqui!

Alana, bebê de 4 patas.

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“Sempre amei cachorro, e principalmente os bulldogs, com esse bonachão de ser.

Foi que então no dia 16/10/2014 eu ganhei de presente do meu marido, a Alana uma bulldoginha linda, com 2 meses de vida.
Ela entrou em nossas vidas (Jaqueline e Hugo), pra mudar muitas coisas, mas principalmente para nos trazer alegrias, carinho e muito amor pela minha bebe de 4 patas(como eu falo para meus amigos e familia). Ela é muita ativa, danada, bagunceira, reclamona, rocandora, peidoreira(como meu marido fala), adora morder tudo, adora morder um dedão do pé, adora destruir seu tapete higiênico, briga com sua cama. Adora brincar com uma garrafa pet, que ela adotou como brinquedo.
Quando eu chamo a atenção dela, por alguma coisa errada, ela dica #chateada( como se diz por ai), deita em sua cama ou qualquer outro lugar, e fica com aquela carinha de carente, se falo com ela, ela nem me da confiança. Alana está na fase de morder tudo o que vê pela frente, inclusive nós (Jaqueline e Hugo), outro dia brincando com ela na sala de casa, ela mordeu as axilas do meu marido, foi hilário.
Não gosta quando eu vou colocar colírio em seu olho,por causa do olho de cereja que ela tem. Não vejo a hora da Alana ir passear, viajar com a gente por ai.
Vão vir muitas outras histórias da Alana.
Amo essa minha bebe de 4 patas.”

Jaqueline Rogeria da Silva

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Com a palavra, os criadores Wesley Cavalcante e Glaucia Franco ( Heralds Of The King ).

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1 – PORQUE O BULLDOG E COMO TUDO COMEÇOU?

Nossa paixão por animais vem da infância, mas sempre tivemos cães de outras raças, o Bulldog sempre nos chamou a atenção, mas o desejo de conviver e conhecer melhor a raça aumentou depois de assistir o filme “ O dono da festa”, onde a participação de um Bulldog é hilária.

Nossa primeira Bulldog foi adquirida sem ter noção do que era um filhote com qualidade, porém foi impossível não amar a raça, e a partir dai começamos a querer saber e conhecer os detalhes da raça, viajamos para o Rio de Grande Sul , Rio de Janeiro, Interior de SP e EUA, onde obtivemos muitas informações  com outros criadores e somos gratos e então começamos a entender padrões da raça, diferenças de linhagens, fenótipo, genótipo, etc e a partir daí fizemos muitas pesquisas e procuramos definir um tipo e chegamos aos Lendários “ Cherokee Legend” e este é e será nosso foco da criação.

2 – QUAL A ROTINA DO CANIL?

Pela manhã enquanto lava-se o canil os cães ficam em banho de sol em área gramada, utilizamos produtos de limpeza específicos de uso veterinário, depois os cães são alimentados, os adultos fazem apenas 2 refeiçoes diárias e filhotes 3 refeiçoes diárias com ração Super Premium, , utilizamos filtros de barro para água que é oferecida aos cães, e no final da tarde tem o momento de recreação de 15 a 20 min e após a última refeição do dia e eles podem dar um passeio pela grama antes de dormir.

No verão os passeios e os momentos de recreação são menores devido o calor e sempre nos horários da manhã entre 08 e 09h e a tarde entre 18h e 19h.

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Heralds of the King Dakota

3 – QUAIS AS RECOMENDAÇÕES PARA QUEM ESTÁ PENSANDO EM ADQUIRIR UM BULLDOG?

Pesquisar , pesquisar, pesquisar… procurar bons criadores, o site da Associação Brasileira do Bulldog possui diversos, pensar que o Bulldog é uma raça diferente de todas as outras que os tornam tão especiais, nós dizemos que são como crianças e estar preparado para oferecer o melhor a ele, por que eles sempre darão o melhor deles.

4 – QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS DICAS PARA AQUELES QUE JÁ SÃO PROPRIETÁRIOS?

Quem já possui um Bulldog sabe que atenção, carinho , dedicação total e surpresas sempre nos fará sair da rotina, não existe rotina com Bulldog…

5 – E PARA AQUELES QUE PENSAM EM COMEÇAR A CRIAR?

Sabemos que mesmo com uma excelente genética, filhotes serão sempre uma aposta, porém a probabilidade de erros é menor quando se escolhe uma base com boa qualidade genética e isso custa caro, dedicação total, estar preparado para várias noites sem dormir quando tiver ninhadas, paciência e mesmo diante das dificuldades não desistir, pois a arte de criar se resume em AMAR.

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6 – QUAL O PERFIL DO PROPRIETÁRIO IDEAL?

O proprietário ideal, pergunta e pesquisa muito sobre a raça antes de adquirir, que não simplesmente goste de cães, mas que os ame incondicionalmente .

7 – QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE O PLANTEL NACIONAL?

Tem melhorado a cada dia, muitos criadores preocupados em melhorar a raça, muitos cães tem sido importado, mas a qualidade das fêmeas no Brasil ainda deixam a desejar em relação a outros países, temos que pensar que em um cruzamento a prole sempre herdará 50% da Fêmea e 50% do macho, mesmo em caráter genético de dominância e recessividade, o material genético da fêmea sempre será transmitido em uma proporção de 50%.

A medida que a qualidade das fêmeas  começarem a se equiparar a qualidade dos machos que temos no Brasil a criação Nacional poderá alcançar níveis de destaque em Exposições de âmbito Internacional.

Cherokee Legend Michelangelo... in "Heralds Of The King"

Cherokee Legend Michelangelo…
in “Heralds Of The King”

8 – AINDA SOMOS UM PAÍS IMPORTADOR DE BULLDOGS? SIM / NÃO E PORQUÊ?

Sim, com certeza, existem muitas importações no Brasil, trazidos com o objetivo de melhorar a qualidade da criação em nosso pais, pois embora seja um tanto burocrático as importações, não são tão difíceis.

Cherokee Legend Ursula

Cherokee Legend Ursula

9 – QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE AS EXPOSIÇÕES NO BRASIL E A QUALIDADE DE NOSSOS ÁRBITROS?

Existem algumas boas exposições no Brasil, mas infelizmente os clubes em sua grande maioria não se preocupam com os cães, no verão as exposições são em lugares muito quente, sem infraestrutura para acampar cães como Bulldogs . Em relação aos juízes,existem ótimos juízes, juízes políticos, e os que entendem muito pouco ou nada da raça, mas já tivemos exposições com alguns que já julgaram a Nacional de Bulldogs nos EUA.

10 – QUAL A SUA MAIOR FELICIDADE COMO CRIADOR?

A própria felicidade que eles nos proporcionam, felicidade tal , que independe da circunstância ou momento em que estamos vivendo,  para eles não existe dia triste , o amor que eles nos oferecem é tudo!!

Javary Neptune Olaf

Javary Neptune Olaf

11 – QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE AS ALTERAÇÕES NO PADRÃO DA RAÇA?

Mudanças sempre veem com o objetivo de melhorar, mas sempre dizemos, que genética é uma” caixa de surpresas”.

12 – O QUE NÃO PODE FALTAR NUM BULLDOG?

Tipicidade, bom temperamento e alegria sempre. Muito me agrada Bulldogs com linda cabeça, bela mandíbula, boa ossatura, compacto sem exageros e se movimentar bem!

Javary Neptune Olaf

Exact Classic Vida Guerra

Para saber mais sobre o Heralds Of The King acesse o site www.heraldoftheking.com.br.

Fanpage Heralds Of The King

Salve Thor – Bulldog Inglês com Câncer

Thor

Thor já com a pata amputada.

O que o abandono, os maus tratos e o descaso é capaz de fazer na vida de um lindo cão!!!

Quem não conhece a história desse guerreiro Thor que foi abandonado com câncer em uma praça no Rio de Janeiro, adotado pela Luiza Santana que nos conta como tudo aconteceu.

“Eu adotei esse Bulldog Inglês no dia 18 de agosto, que dei o nome de Thor, estava abandonado em uma praça em Vila Valqueire no RJ, liguei para o meu amigo Edson que sempre resgata animais, e perguntei se tinha um gatinho pra uma amiga ele disse que não mas que havia acabado de pegar um Bulldog de uma menina que resgatou mas não tinha condições de cuida lo. Na mesma hora me prontifiquei a ficar com ele, Sr. Edson falou ele esta com a pata machuca ainda, não vi o estado dela, mais a menina achava que tinha sido atropelado.
Chegando lá o Sr. Edson me apresentou o Thor, foi paixão a primeira lambida, primeira vista e primeiras batidas dos nossos corações acho que tinha a mesma frenquência e parecia que  já nos conhecíamos, a partir dai eu tive certeza que ele deveria ficar comigo.

Thor e Luiza

Thor e Luiza

Imediatamente levei ele no veterinário, foi medicado mas recebi o alerta de que caso não melhorasse a hipótese de ser um câncer não estava descartada. Fiquei arrasada e não satisfeita com o diagnóstico no dia seguinte peguei uma segunda opinião e mais uma vez foi categórica que era câncer e seria amputação total da patinha dianteira.

Obtive uma informação com um amigo, que na Universidade era um dos melhores lugares para tratar dessa doença e que tinham especialistas, no dia 19 de agosto levei ele até lá, logo de cara já falaram em amputação, imediatamente pediram o exame de sangue e acusou anemia e plaquetas muito baixa, voltamos para casa, vários remédios e Tramol de 100, várias idas a Universidade e só pediram até então o raio x da pata lesionada (para ver se tinha uma outra lesão no osso) mas ainda não fizeram a biópisia pois a ferida estava muito inflamada e necrosada, somente foi feita a citologia, (um exame onde enfiam varias vezes a agulha na ferida, para ver se detectam algo) ele sentiu muita dor nesse exame, saiu muito sangue mas só acusou inflamação. Eu e o Henrique Silva que sempre me levava com o Thor nos questionamos se não seria necessário outros exames.

Toda semana o Thor tinha consulta com o oncologista, o tempo foi passando com isso tudo e nesse meio tempo a ferida dele piorou, apareceu um machucado no nariz dele que até então não existia.

A ferida não melhorava e entrei em contato com a Dra. Sabrina Grijó, pois ela morava aqui perto de casa, ela me acalmou, me deu umas dicas e no outro dia iria vê lo. No outro dia ao examinar o Thor ela me indicou a amputação pois havia identificado um câncer ainda mais agressivo.

Thor já em tratamento tive a ideia de fazer um apelo no face do protetor Wilson Martins, acabamos perdendo a consulta na Universidade e por contra própria decidi procurar o tratamento e a cirurgia do Thor, uma corrida contra o tempo pois poderia se espalhar cada vez mais, Dra. Sabrina Grijó descobriu que já estava na boca e se alastrando para o focinho, eu pedi muito a Dra. Sabrina que operasse, ela exitou mas concordou,  tudo foi feito com a vontade de Deus e Thor saiu muito bem da cirurgia, apesar do quadro de anemia e plaquetas baixas, eu achava que ele começaria uma vida sem sofrimentos, só que depois da cirurgia o meu marido perdeu o emprego e começou o me desespero, pois tenho 13 bichos pra sustentar.

Thor

Thor

Thor e a Dra. Sabrina Grijó

Thor e a Dra. Sabrina Grijó

Uma amiga me procurou a Camila Bernegossi e colocou a história do Thor na fanpage Bulldog Club que na mesma hora compartilharam, também no Clube do Bulldog – RS e a lá a Lisa Brauer do Rio De Janeiro da Bulldogada Carioca foi a primeira a se interessar pela história do Thor e eu a sufoquei de tanta ansiedade e através dela conseguimos a consulta para iniciarmos o tratamento com a Dr. Nathalia Breder Barretoe, a Pandora Camargo do Rio Grande do sul que ajuda constantemente com kits, acreditam que ela criou até um peitoral exclusivo para o Thor? Show né. Começamos uma campanha pela vida do Thor e grande corrente do bem que o Thor foi agraciado com várias madrinhas e acolhido pela família Bulldogada Carioca em especial pelas titias Tárcila Ornelas, Barbara Lotufo, Roberta Lucia Teixeira, Bianca Caruso. Também a titia Eliana Bordin que deu as camisas pra campanha #SalveThor e de todas titias e titios do Brasil que graças a todos estamos conseguindo o tratamento do Bulldog Thor!!!”

Hoje 21/10 o Thor foi internado novamente, a Dra. Jack da Clinica Animalia o examinou e ele não sente dor mas foi necessário exames para uma nova transfusão antes da Quimioterapia, ainda sem os resultados foi alertado sobre um possível Linfoma. Agora é torcer para uma melhora considerável com a Quimio, a Dra. Nathalia que acompanha o Thor concordou em tentar todas as possibilidades, pois enquanto ele for forte nos seremos também, mas caso o tratamento não de resultados devemos nos conformar e deixar que ele descanse em paz.

Enquanto há vida, há esperança e nos estamos do seu lado Thor.

Os Bulldogueiros de todo o brasil se uniram em prol da recuperação do Thor, algumas rifas foram montadas com produtos doados com muito carinho, hoje a Eliana Bordin criou uma campanha #salvethor, para saber mais Clique Aqui!

UAUH Bulldog Clothes

UAUH Bulldog Clothes

Infelizmente o Thor veio a falecer, mais um anjinho no céu.

uuu Eduarda Volpatto

Colaboradora Bullblog e Bulldog Club.

Jack Sparrow, sim o Pirata!

Jack Sparrow

Jack Sparrow

Conheçam o saudoso Jack, Jack Sparrow – sim, O pirata.
Esse pequeno monstrinho entrou em nossa vida em 2011, depois de muito ler e pesquisar sobre um cão que se adaptasse bem num apê. Mas foi só quando eu e minha namorada fomos ao canil que realmente nos derretemos por aquele gordinho que desmanchava em nosso colo.
Quando ele chegou em casa – um mundo novo pra ele – foi desde logo mimado e paparicado por todos, e não demorou muito pra ele já tomar o apê todo como dele.
Lembro da primeira viagem do nosso Sparrow, fim de ano e como toda boa família, fomos à praia, e levamos o companheiro conosco. Ao chegar na casa da praia, todos ficamos ansiosos pra ver a reação dele com um quintal todo pra ele correr e curtir um pouco mais de espaço, e mais uma vez ele surpreendeu. Ficou tão assustado no ambiente estranho que não ficava longe de mim – literalmente, ele não ficava há mais de 15cm de distância – e me fazia tropeçar toda hora no gordinho que parecia apavorado achando que ia ficar “abandonado” naquele lugar estranho.
O Jackinho – como todo bulldog – é um cachorro surpreendente. Tão companheiro, tão engraçado, tão preguiçoso, tão…tão único.
Só quem tem um buldogue inglês entende que a vida só é completa se tiver a companhia de um gordinho.
E ele tem Instagram @sparrowthepirate
Um abraço,
Gustavo

Bulldog Pig

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Sou a Mariana Pão, mãe da pig !

Bom, conheci um cara chamado Felipe di Lascio no Rugby, e ai nos conhecemos e logo começamos a namorar, junto com ele ganhei de presente mais um amor, a Pig.
A Pig ja era dele, e com 6 meses de namoro eu engravidei, em 3 meses nos casamos, e ai que eu fui morar com a minha filha de 4 patas.
Na gravidez ela foi peça chave pra me manter feliz, ela me cuidava, dormia comigo, e se não dormia na cama com a gente ela dormia do meu lado da cama.
Os meses foram passando, a barriga crescendo e ela sempre comigo, bem grudadinha, ela me cuidou MUITO, me deu todo o carinho desse mundo, esteve comigo nos momentos mais felizes.
E perto da minha filha nascer, as pessoas queriam levar ela pra casa do tio do Felipe, achando que ia atrapalhar ou coisa assim. Como eu ia deixar levar aquela que cuidou tanto de mim, que se me via chorar pulava em cima pra eu parar ? Nem pensar, ela jamais sairia de perto de mim.
E quando a Clarinha finalmente chegou em casa, a Pig ficou super curiosa, tentando entender o q era aquilo. Foi muito engraçado. Com os cuidados a mais que tinhamos com a bebe, a Pig ficava cheia de ciumes, comia as chupetas, fazia xixi na própria caminha, mas foi até se acostumar só, afinal, antes a atenção era só dela.
Teve uma vez, que estava com a Clarinha no sofa (ela era beem novinha) e eu fui ao banheiro rapidinho, quando eu volto, a Pig estava sentada do ladinho dela, em posição de alerta, do tipo “mãe, voce saiu mas estou aqui tomando conta” foi a coisa mais fofa.
Iamos brincar na rua, nós 4, era um passeio maravilhoso em família!
A Pig eh amável com as pessoas, mas nao suporta outro animal.
Ja se engasgou milhões de vezes com coisas que come e não desce pela garganta.
Ao contrário de muitos bulldogs ela é hiperativa, ronca maravilhosamente hahaha.
A Clarinha ama a Pig de paixão, vivia atras dela, chamando a “piiiiii” por todo canto, fazendo carinho (meio desajeitado).
Morro de saudades da minha pequena e grande amiga.
Hoje, estou separada do meu marido, como a Pig ja era dele, continuou com ele.
Só de escrever isso ja estou aos prantos. Sempre que da eu vejo a minha pequena.
é um amor que não da pra explicar, ela me irritava, fazia caminha com as minhas roupas, mas era a minha bebe, a que estava comigo quando eu precisei.
gratidão é pouco por ter conhecido um animalzinho tão especial.
Eu ja tive um boxer, que foi o amor da minha vida, meu companheirão mesmo. depois que ele morreu, prometi pra mim mesma, nunca mais me apegar a nenhum animal, pq eles vão embora muito rapido.
Mas é impossível.
PIGONAAAAA TE AMO SUA SEM VERGONHA .
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