O cão idoso.

Reserva do Rei Força Bruta - Hugo

Reserva do Rei Força Bruta – Hugo

Se você tiver um cão idoso, esta matéria o ajudará a entender suas necessidades especiais, para que permaneça saudável durante sua velhice.

Cães idosos tem necessidades especiais. Seus corpos estão começando a ficar mais lentos e o desgaste da vida começa a aparecer. A vida de cães pode variar muito, dependendo da raça, embora outros fatores também influam. Um bom início na vida “com cuidados e nutrição corretos enquanto o animal ainda é um jovem adulto” terá bons resultados quando chegar à velhice.

Estando com seu animal todos os dias, pode ser que não perceba a idade chegando. Com um pouco de cuidado extra, você fará com que seu cão viva confortavelmente e com visitas regulares ao veterinário, ele pode viver relativamente saudável até próximo do fim. Quando estiver com cerca de 8 ou 9 anos, é provável que comece a envelhecer. Raças gigantes podem ser consideradas velhas quando chegarem a cerca de 8 anos, enquanto cães sem raça definida podem viver até 15 anos ou mais.

>Reduzindo a velocidade
Enquanto o corpo envelhece, os órgãos vitais de seu cão também começam a deteriorar. Pode ser que ele fique menos ativo, necessitando de menos calorias e seus órgãos podem funcionar menos eficientemente. Já que seu corpo está ficando mais lento, pode não conseguir lidar tão rapidamente com doenças ou stress, então tente mantê-los a um mí­nimo possí­vel.

Você necessitará de paciência para lidar com seu cão mais velho já que ele ficará mais lento. Pode ser que ele não o veja ou o ouça tão be, mas quando ele não responde não quer dizer que está tentando ignorar. Ele precisará de mais ajuda e companhia agora. Seja paciente, ele merece!

>Dando conforto a seu cão idoso
Já que seu cão está menos móvel nesta fase de sua vida, irá passar mais tempo deitado em um lugar. Não permita que fique deitado em um local úmido e frio ou no sol quente por muito tempo. Mantenha sua cama em um local quente, livre de ventania e garanta que esteja bem acolchoada. Se o animal passar muito tempo deitado em uma superfì­cie dura ou áspera, especialmente no caso de cães de raças mais pesadas, pode desenvolver calos na pele em cima de ossos salientes em seu corpo. Estes calos podem ficar ulcerados e infeccionados, então é necessário providenciar bastante acolchoamento.

Deixe sua cama facilmente acessí­vel. Se tiver dificuldade subindo escadas, coloque um portão para evitar acidentes. Não se esqueça de que os sentidos de seu cão estão começando a falhar, e sua visão, audição e senso de direção podem não estar tão bons quanto eram. Isso quer dizer que pode ficar desorientado; então não faça muitas mudanças na casa ou em sua rotina normal. Tente não deixá-lo só por longos períodos, especialmente em lugares estranhos.

>Visitas regulares ao veterinário
Vacinas são tão importantes para cães idosos quanto para jovens. Cães mais idosos podem ser menos resistentes à doenças e podem não conseguir superar infecções tão facilmente. Isso pode dar a seu veterinário a oportunidade de examinar o animal regularmente (podendo recomendar check-ups mais freqüentes para alguns cães) e acessar o estado de saúde dos órgãos importantes, como a pele, coração, rins e fí­gado. O veterinário também checará se há algum crescimento anormal e analisará a condição da boca de seu cão.

Alguns problemas, como os renais, podem ser detectados cedo (antes dos sinais clínicos aparecerem) através de um exame de sangue. Amostras de urina também podem providenciar informações importantes sobre a saúde do cão, então vale à pena levar uma amostra de urina ao veterinário quando for a hora da vacinação de seu cão. Use somente recipientes limpos e secos para coletar e transportar a amostra de urina. Leve a amostra em uma jarra limpa, com tampa. Pode ser que seu veterinário forneça uma recipiente para coleta.

Esta também é uma boa hora para checar o peso de seu cão – perguntar a seu veterinário se está dentro do peso. O veterinário poderá informar os programas de alimentação corretos para seu cão. Enquanto seu cão envelhece e fica mais lento, ele necessita de menos calorias.

Algumas condições, como problemas de rim e de coração, podem apresentar melhora apenas com modificação de dieta. O veterinário poderá fornecer dietas especialmente preparadas ou poderá lhe explicar como preparar um a dieta especial em casa.

Peça sempre conselhos ao veterinário caso seu cão não esteja conseguindo urinar ou defecar corretamente. Muitas vezes isso indica um problema médico que pode ser facilmente resolvido. Ocasionalmente, acidentes ocorrem quando um cão não consegue ou não está com vontade de andar até uma porta. Outras vezes o controle destas funções corpóreas fica incontrolável. Nestes casos, tratamento pode ser dificultado e nem sempre será um sucesso.

>Outras considerações
Cães geralmente ficam mais lentos com o passar do tempo. Pode ser que ao invés de correr à sua frente, como fazia quando era mais jovem, agora ele contente-se em andar tranqüilamente ao seu lado.
(Para maiores informações sobre exercí­cios para cães mais velhos veja nossa página de exercí­cios).

Mantenha a pelagem de seu cão bem cuidada – isso ajuda a fazer com que se sinta mais confortável e saudável. Escovação melhora a circulação na pele e mantém o pelo brilhante e livre de nós. Para mais informações sobre como dar banhos e cuidar do pelo de seu cão veja a seção “Cuidando da Pelagem”. Cuidar da pelagem de seu cão regularmente quer dizer que você também pode ficar de olho em coisas anormais e em perda de pelo, feridas, irritação e evidência de pulgas ou parasitas. Você pode ver também se ele está como novos calombos ou batidas. Verrugas e tumores gordurosos benignos (lipomas) são comuns em cães idosos. Eles não devem causar problemas, a não ser que estejam em uma local que possa causar danos a outras estruturas (na pálpebra, por exemplo) ou onde sejam desconfortáveis, facilmente traumatizados. Seu veterinário pode analisar qualquer inchaço incomum “especialmente quando estiver crescendo rapidamente. O veterinário pode acalmá-lo e indicar o melhor tratamento. Caso seja necessária uma cirurgia, é melhor que seja feita no iní­cio.

Cheque as unhas de seu cão regularmente, elas podem ficar longas se ele estiver fazendo pouco exercí­cio. Isso é especialmente importante caso ele ande mais em pisos macios que não desgastam as unhas. Preste atenção especial aos esporões; às vezes eles crescem em curva e machucam a almofada. Você mesmo pode cortar as unhas, mas se não conhecer o processo, peça conselhos ao veterinário ou a um profissional do ramo.

Aproveite esta oportunidade para examinar a boca de seu cão, checar suas gengivas e dentes. Depósitos de tártaro marrom nos dentes causam mau hálito, doenças na gengiva e infecções. Caso permaneçam por tempo demais, podem fazer os dentes cair. Seu veterinário pode tratar os dentes e remover o tártaro e dentes soltos. Isso às vezes requer anestesia geral. É melhor prevenir ou minimizar a ocorrência de doenças dando regularmente a seu cão comidas duras (como biscoitos) pela vida toda. Você também pode escovar os dentes regularmente usando escova e pasta de dentes especial para cães.

>Chegando ao fim
Embora a decisão de trazer outro cão para a casa deva ser cuidadosamente pensada, muitos proprietários acham que um filhote pode dar a um cão idoso uma sobrevida. Embora sinta que jamais poderá substituir um cão idoso, um filhote pode ajudar quando da separação de seu velho amigo.

Certamente uma das decisões mais difí­ceis que um proprietário de cachorro tem a tomar é colocar um fim à vida de seu cão. Com sorte o fim virá em paz, em casa, durante o sono, mas para muitos cães é diferente.

Para cães que estão levando uma qualidade de vida ruim, sofrendo de doenças terminais ou que estão sofrendo dores constantes, é justo oferecer um fim rápido e indolor. Você deve discutir isso seriamente com o veterinário para que ambos concordem que eutanásia é o melhor fim para o cão. Deixe com que seu veterinário saiba o que pensa para não haver um desentendimento. No caso de cães, eutanásia é feita através de uma injeção indolor que faz efeito em poucos segundos.

A perda de um companheiro nunca é fácil e é difí­cil aceitar que seu cão não irá durar para sempre. Você pode fazer o máximo, com paciência e carinho, para que os últimos anos de seu cão sejam o mais confortável e divertido possível.

Fonte – Pedigree

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Conhecendo o Bulldog – por Gilberto Pires Medeiros.

Foto - Gilberto Medeiros

Foto – Gilberto Pires Medeiros

Com que freqüência o Bulldog deve tomar banho?

Intervalos de 20 a 30 dias são suficientes. Banhos freqüentes não são indicados, pois retiram a oleosidade da pele, importante à sua proteção.

É necessário passear todos os dias com o Bulldog?

Sim, em especial quando morar em apartamento aconselha-se passeios diários, os quais, justamente por ser o Bulldog um cão sedentário, irão proporcionar-lhe melhor qualidade e maior expectativa de vida.

O Bulldog adapta-se com outros cães?

Sim, é de convivência pacífica. Eventuais desentendimentos são normais e dizem respeito tão-somente à organização hierárquica da matilha.

O Bulldog apresenta muitos problemas de saúde?

Assim como todas as raças, o Bulldog possui predisposição para algumas doenças. Estas, na maioria das vezes, são de origem genética. Por isso a importância de, ao adquirir o seu cão, procurar conhecer previamente o criador e seu trabalho. Criador sério e responsável não mantém em seu plantel cães com enfermidades transmissíveis à sua prole. Ainda, está sempre disponível a auxiliar no que lhe for possível, bem como a exibir sua criação.

O Bulldog é indicado para conviver com crianças?

Sim. É um cão de companhia, muito dócil. Gosta de admirar as crianças e de cuidá-las. Ainda assim, é aconselhável que as brincadeiras entre eles sejam monitoradas por um adulto, em especial quando o cão ainda for filhote e a criança ainda não tiver capacidade de compreender as limitações necessárias para uma saudável e tranqüila convivência.

Foto - Gilberto Medeiros

Foto – Gilberto Pires Medeiros

O Bulldog é um cão que se adapta em apartamento?

Sim, justamente por ser um cão de baixa atividade física e por latir muito pouco.

O Bulldog é um cão “roedor”?

Todo filhote tem necessidade de roer quando estiver trocando a dentição. É uma fase que pode ser superada sem stress se o dono dela já estiver ciente, preparando-se para auxiliar o filhote com os tantos meios disponíveis.

O Bulldog perde muito pêlo?

Como todo cão de pêlo curto, o Bulldog perde pêlo. Nas mudanças de estação a queda intensifica-se por um período. Convém lembrar que a escovação duas vezes por semana retira os pêlos mortos, diminuindo a quantidade no ambiente e contribuindo para a saúde da pelagem.

O Bulldog tem facilidade para aprender?

Sim, além de ter facilidade, é muito inteligente para apreender as lições. Aconselha-se a ensiná-lo com paciência e carinho, pois é inteligente o suficiente para não fazer aquilo que não quer. Ou seja, não é uma raça subserviente.

O Bulldog tolera ficar sozinho por períodos prolongados?

Não é aconselhável deixá-lo sozinho por períodos prolongados. O Bulldog, apesar de ser independente, também valoriza muito a companhia.  A solidão pode causar-lhe problemas de toda a ordem, inclusive de saúde.

Raquel Didonet

Raquel Didonet

Quais os cuidados indispensáveis a um Bulldog?

O principal cuidado que se deve ter é evitar a sua exposição ao calor excessivo. Por ser braquicefálico, sua respiração é sobrecarregada em dias muito quentes. No verão, sombra, água fresca, ventilador e ar condicionado são as suas opções preferidas. Os passeios, nesta época do ano, devem ser feitos nas horas mais frescas do dia ou à noite.

Qual a expectativa de vida do Bulldog?

As baixas expectativas de vida, de oito a dez anos mais ou menos, devem-se principalmente ao fato de ser um cão glutão e com predisposição ao sedentarismo. Porém, a expectativa de vida pode aumentar quando a alimentação correta, o exercício físico compatível e a interação com seu dono fizerem parte de sua rotina.

Qual é a alimentação indicada ao Bulldog?

O Bulldog é um cão insaciável e, portanto, deve-se cuidar da tendência à obesidade. Dar-lhe uma boa ração, do tipo Premium ou Super Premium, na medida indicada para a sua idade e peso, é o suficiente.

As respostas do criador são baseadas no seu conhecimento e experiência com a raça.

Fonte – wwwreservadorei.com.br

Gilberto Pires Medeiros Filho - Foto - Bibbo Camargo

Gilberto Pires Medeiros Filho ( Canil Reserva do Rei ) – Foto Bibbo Camargo

Bulldog Club lança calendário 2015.

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O nosso parceiro Bulldog Club selecionou 13 Bulldogs para estampar o calendário 2015, onde a ideia era colocar a foto do cão em seu respectivos mês de aniversário. Foram mais de 120 inscritos, e muitas fotos lindas mas infelizmente o ano só tem 12 meses.

Com o intuito de repassar uma porcentagem das vendas a Ongs de proteção e cuidado animal o calendário foi muito bem visto pelos apaixonados pelo Bulldog Inglês, as Ongs que receberam essa porcentagem foram a Loucos por Bicho e Oba! Organização bem animal, clique e conheça as instituições.

A primeira edição com 200 unidades foi uma febre e por esse motivo a Bulldog Club esta lançando a segunda edição do calendário, serão selecionados mais 13 Bulldogs, se tiver interesse em participar entre em contato aqui mesmo no email bullblog@bullblogingles.com, serão aceitos fotos acima de 1 mega.

Agradecimento aos cães selecionados da primeira edição.

Marcela reis – Tião
Luana Poli – Tofu
Camila e Diether – Amadeu
Eduardo Camargo – Polayna
Cibelle Borilo – Godiva
MIchelli Gugê – Mixirica
Eneida – Don Vito
Vanessa Jackisch – Amadeo
Luciane Lima – Olivia
Maristela Hardt – Gladstone
Sabrina Mattozo – Toreto
Adri Kotoman – Britney
Talita Xavier – Dina

E aos patrocinadores que anunciaram sua logomarca na base do calendário.

Vet Society – www.vetsociety.com.br

Designer – Bruna Capistrano

DogWash – facebook/dogwash

Talita Xavier Fotografia – www.talitaxavierfotografia.com.br

BaconDogs – facebook/bacondogs

Promex Plásticos – facebook/promexplasticos

Fique por dentro dos próximos selecionados para a segunda edição na fanpage da Bulldog Club, clique aqui!

Bullbeijos!

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Eduarda Volpatto - Colaboradora Bullblog e Bulldog Club

Eduarda Volpatto – Colaboradora Bullblog e Bulldog Club

 

Bulloween 2014 – Bulldogada Carioca.

O evento aconteceu no dia 16 de Novembro de 2014 no Clube do Totó – Recreio/RJ, clube criado especialmente para cães, com piscina, instrutores, pranchas de stand-up dogs e muita área verde para eles se divertirem à vontade, poder fazer muitos amigos e trocar experiências sobre seus cães.

Fadinha

Fadinha

Saímos de Curitiba rumo ao Rio de janeiro para prestigiar esse evento, além da diversão, fortalecemos laços de amizade que antes se limitava somente pelo facebook, a receptividade do Carioca é fascinante, faz com que qualquer um se sinta em casa.

Em parceria com a BaconDogs e Promex Plásticos oferecemos a todos uma linda Squeeze para ser utilizada no dia-a-dia, além de lindos brindes que foram sorteados.

O Bulloween da Bulldogada Carioca contou com patrocinadores renomados na linha Pet, e o Bullblog não poderia ficar de fora.

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O desfile de fantasias contou com uma criatividade sem fim, as risadas rolaram solta quando o gogoboy saiu a passarela perdendo sua sunga e o dinheiro arrecadado hehe!

Gogobull

Gogobull Bartholomeu – Proprietária Ana Shaula Sant’Ana

Godzila

Godzila

Bruxinha

Bullxinha Lola – Proprietário Leandro Pereira

Policial - Hércules

Policial – Hércules

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Troy – Proprietário Bruno Marins

 

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Para ver mais fotos do evento Clique Aqui!

Muitos prêmios para os primeiros lugares do desfile e sorteio de presentes dos patrocinadores, ninguém ficou sem presente. Contamos com a Purina, Dog Beer, De Boa design, Dona Pet, Blue Pet Veterinária, Thor Anuska, Fazendo Arte, BaconDogs, Angel Dogs, Uauh, Farmina, Coisas de Pet, Petite Peluche, Bulldog Club, Pop Dog, Acãopanhantes, Adoptapetbr, Taty Merlin, Chica Boutica, Wolf Store, Pet Delicia, Zee.Dogs, Creative Design MG, Bulldocão, Bulltropolis e Luqpet, obrigada pelo apoio e confiança com a Bulldogada Carioca.

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Um agradecimento especial as organizadoras Lisa Brauer que foi nossa guia turística pelo Rio de Janeiro, Roberta Teixeira que nos cedeu o apartamento durante o final de semana, Tárcila Ornelas que me convidou para o evento, Bruna Capistrano da BaconDogs minha parceira na organização dos brindes e designer do Calendário 2015 da Bulldog Club, e é claro não poderia esquecer meu colega de trabalho Carlos Henrique que dirigiu por mais de 13 horas até chegarmos a Barra da Tijuca, sem vocês essa aventura e experiência única não seria possível.

Encerramos com um poema…

Nossa Matilha
Um poema de Babaganoush

Dizem que temos respiração intensa,
E uma estrutura óssea um tanto quanto densa.

É verdade, somos feitos assim,
Desconhecemos o significado de “não”, mas adoramos um “sim”.

Pode parecer teimosia, mas preferimos o termo obstinação,
De fato, lidar conosco exige uma certa dose de aclamação.

Mas nos amar é algo que acontece com naturalidade,
Porque apesar da estrutura bruta, somos cheios de sensibilidade.

E dessa paixão toda nasceu a ideia de um novo lar,
Uma terra onde todos lá presentes pudessem nos adorar.

E foi nos encontros da Bulldogada que unimos nossa matilha,
E para nós, os Bulldogs, isso é sinônimo de família.

Baba no Bulloween 2014 - Bulldogada Carioca

Baba no Bulloween 2014 – Bulldogada Carioca

“Se o seu Bulldog fica muito agitado em lugares cheios e movimentados e/ou apresenta dificuldade respiratória, não leve. Respeite seus limites.”

Bullbeijos!

Eduarda Volpatto - Colaboradora Bullblog e Bulldog Club

Eduarda Volpatto – Colaboradora Bullblog e Bulldog Club

Com a palavra, o criador Francisco ( Canil Frandel ).

Foto - Johnny

Foto – Johnny

1– PORQUE O BULLDOG E COMO TUDO COMEÇOU?
O Bulldog era um sonho de criança, ter essa amada raça muito presente em filmes e desenhos animados. Adquirimos nosso primeiro Bulldog no ano de 2007 afim de iniciar a formação de um plantel, isso tudo com muitas pesquisas sobre a raça e linhas de sangue, visando sempre o aprimoramento e conservação das melhores qualidades. Nossa finalidade sempre foi em criar nossos cães de maneira criteriosa e cuidadosa, dando acima de tudo qualidade de vida, produzindo exemplares dentro do padrão da raça.

2 – QUAL A ROTINA DO CANIL?
Nossa rotina se baseia em uma boa higienização nos canis, áreas comuns,utensílios e nos nossos cães, alimentamos nossos gordos duas vezes por dia e também eles desfrutam de longos períodos de recreação e banhos de sol, pois contamos com um clima serrano e muita área verde.

3 – QUAIS AS RECOMENDAÇÕES PARA QUEM ESTÁ PENSANDO EM ADQUIRIR UM BULLDOG?
As recomendações básicas para quem está querendo um Bulldog são: disposição para receber e dar muito carinho e procurar muitas informações sobre a raça, conversar com pessoas que convivem, nunca adquirir qualquer animal por impulso ou modismo.

FRANDEL AQUILLES

FRANDEL AQUILLES

4 – QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS DICAS PARA AQUELES QUE JÁ SÃO PROPRIETÁRIOS?
Os maiores cuidados são com o calor em excesso, não deixar seu cão em longos períodos sozinho pois eles podem ficar depressivos, cuidados sempre com a pele e sempre administrar uma boa ração e água fresca.

5 – E PARA AQUELES QUE PENSAM EM COMEÇAR A CRIAR?
Muita pesquisa,entender muito bem sobre o padrão da raça,observar o gosto pelas linhagens de sangue, se inteirar através de clubes idôneos exposições especializadas na raça e procurar boas conversas com criadores.

6 – QUAL O PERFIL DO PROPRIETÁRIO IDEAL?
Ser totalmente responsável pela posse de um animal que depende totalmente para um bom crescimento e sociabilização, dar muito amor e carinho mas ter voz ativa parta falar o não, pois sua educação necessita de muito carinho e repreender quando necessário.

GR. CH. TSAR´S VINCENZO - Foto Nilton Novaes

GR. CH. TSAR´S VINCENZO – Foto Nilton Novaes

7 – QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE O PLANTEL NACIONAL?
Estamos caminhando a passos largos com excelentes criadores que visam formar sua linha de sangue através do que há de melhor no cenário internacional e também hoje está muito mais acessível o contato com grandes criadores,através das exposições Nacionais onde temos a oportunidade de contar com julgamento e palestras de criadores de renome.

8 – AINDA SOMOS UM PAÍS IMPORTADOR DE BULLDOGS? SIM / NÃO E PORQUÊ?
Há essa necessidade para que possamos aprimorar cada vez mais fazendo a fusão de nossa criação com linhagem top internacional.

9 – QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE AS EXPOSIÇÕES NO BRASIL E A QUALIDADE DE NOSSOS ÁRBITROS?
Temos excelentes exposições no Brasil mas falta um pouco mais de conhecimento sobre a raça aos que julgam as gerais.

Am. Ch. SHOWTIME HERE´S JOHNNY - Foto Johnny

Am. Ch. SHOWTIME HERE´S JOHNNY – Foto Johnny

10 – QUAL A SUA MAIOR FELICIDADE COMO CRIADOR?
Ver que estamos no caminho certo por conta do nascimento de ninhadas saudáveis e muito corretas e a satisfação de nossos clientes e nossa satisfação pessoal que é indescritível a cada dia que passa.

11 – QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE AS ALTERAÇÕES NO PADRÃO DA RAÇA?
Algumas alterações foram muito significativas para a raça, é de grande valia sempre para a questão de cães mais saudáveis.

12 – O QUE NÃO PODE FALTAR NUM BULLDOG?
Além de um cão dentro do padrão e com uma boa movimentação não pode faltar o melhor que eles nos oferecem, seu jeito amável de ser.

Para saber mais sobre o Canil Frandel acess o site www.frandel.com.br.

Facebook Francisco Canil Frandel.

Amor de Mãe – por Fernanda Lyra

Fernanda Lyra e Baba

Fernanda Lyra e Baba

Gostaria de compartilhar com vocês um texto que li e me identifiquei muito além de ficar emocionada com as belas palavras da Fernanda Lyra.

“A minha vida se transformou com a chegada dele. E não foi um pouco, não. Foi completamente. Não tem um aspecto sequer que tenha permanecido intacto.

Algumas das mudanças são deliciosas. Quando ele tinha apenas alguns meses de vida, eu acordava no meio da noite para verificar se ele estava respirando direitinho. E ficava olhando para ele dormir, hipnotizada com suas dobrinhas fartas de bebê. Quando ele fazia algo novo, meu marido e eu olhávamos um para o outro e preconizávamos aquela coisa boba como se fosse uma grande conquista. Aliás, fazemos isso até hoje.

E por falar em meu marido, quantas vezes não ouvi dele, “Olha que lindo nosso filho” com direito a suspiros? Diariamente. Às vezes eu deito do lado dele só para sentir o seu cheiro, que é o cheirinho de bebê mais gostoso do mundo. Há dois anos e três meses, chegar em casa se tornou a melhor parte do meu dia porque eu sou recebida com amor e carinho incondicionais. E quando meu marido chega? Aí é festa! “Daddy’s home!” já virou ritual aqui em casa com direito a música temática.

O barulho dele andando é o som mais confortante do mundo. Quando ele vem me dar beijo sem motivo aparente eu me derreto. E a reação dele quando eu trago um brinquedo novo para casa? Saltitante! Eu chego e ele já vai olhar dentro da minha bolsa porque é lá onde eu escondo as surpresas. Toda vez que ele aprende a reconhecer um bicho de pelúcia novo eu vibro com orgulho.

Dia das Mães e Dia dos Pais são datas deliciosas quando temos filhos. Sim, é muito legal também quando somos apenas os filhos e podemos prestigiar nossos pais, mas tem algo muito especial em poder acordar naquele dia e dar muitos beijose abraços naquela coisinha pequena e gorducha que ama você acima de tudo. Não existem palavras que podem descrever o que é saber que aquele ser existe no mundo, vive aquela vida, tem aquela estrutura porque você (e seu marido) decidiram formar uma família. É claro que eu escolho os presentes que “ele entrega” ao meu marido e vice-versa. Mas não importa. Essas datas são mais coloridas mesmo sem ele entender o seu significado.

E as fotografias? Nem me fale das fotos… tive que comprar um celular com memória gigantesca para armazenar as milhares (não são dezenas, nem centenas, são milhares) de fotos que tenho dele. Tiro foto dele fazendo tudo porque não tem uma só coisa que ele faça – dormir, brincar, pular, correr – que não seja fascinante e encantadora para mim. Confesso: às vezes meus olhos enchem de lágrimas de felicidade só de pensar nele.

Preciso ser justa: algumas mudanças são terríveis. Sair de casa sem ele me causa, invariavelmente, um aperto no coração. Achei que eu fosse me acostumar com o tempo, mas a saudade não diminuiu. Do casal, eu sempre fui a que gostava de viajar. Hoje em dia, eu fico com o coração tão apertado de ter que ficar longe do meu filho que passei a encarar a ideia de viajar com uma ansiedade terrível. Sim, eu ainda curto a viagem. Mas choro todos os dias de saudades e toda vez prometo para mim mesma que aquela é última viagem que vou fazer. Mas eu sei que tenho que continuar viajando e que não posso me render às minhas neuroses.

Para acalmar meus nervos, marco viagens com antecedência e só quando minha irmã pode ficar hospedada na minha casa cuidando dele. Tem um manual de dez páginas com todos os gostos, rituais, alergias, cuidados especiais e manias dele. Ele não fala português, então eu precisei elucidar cada barulhinho dele nesse documento. Com a minha irmã eu fico (relativamente) tranquila porque sei que ela cuida dele como eu. Mesmo assim, durante uma viagem que eu fiz com meu marido há cerca de um ano, ela precisou deixá-lo com a nossa mãe porque ela teve uma emergência (um incêndio na casa do marido dela, quer dizer, um motivo mais do que justo). Eu tenho vergonha de admitir que eu demorei uns dez minutos para pensar no meu cunhado e na família dele (mil desculpas, Rafa…). Passei esse tempo pensando,exclusivamente,no meu filho. Ele estava bem? Será que ele ficou com medo? Eu estava em Nova Iorque quando recebi a notícia, no SpottedPig para ser mais precisa. Comecei a chorar tão descontroladamente que a pessoa na mesa ao lado veio me consolar. Normalmente, meu marido morreria de vergonha com um drama desses em lugar público, mas ele era outro que só conseguia pensar se nosso filho estava bem com a avó. (Ele estava, graças a Deus)

Baba

Baba

A dinâmica dos feriados e datas comemorativas também mudou completamente. O Natal é um excelente exemplo dessa mudança. Antes dele chegar, meu marido e eu passávamos o Natal reunidos com nossas duas famílias estendidas, mãe, sogra, irmã, padrasto, avó, tia, madrinha, enfim, todos juntos. A família é pequena, então a data tinha um clima intimista e civilizado. Ele foi a primeira criança da família dessa nova geração. E tudo mudou! Os presentes são todos para ele. E como ele ganha brinquedos! Sempre tem aquela competição gostosa para ver qual foi o presente favorito e, geralmente, acaba sendo o menos esperado (e as vezes é até algo inusitado como a embalagem). Ele dorme cedo, mas até dormir todos têm que brincar com ele, mesmo durante a ceia. Ele é fofinho demais para resistir.

Outra ocasião que me vem a mente foi o Carnaval de 2013. Uma semana antes do Carnaval ele teve uma úlcera na córnea e teve que operar. O procedimento foi bem sucedido, mas ele conseguiu a proeza de, sem querer, tirar seus próprios pontos e, para que a úlcera pudesse sarar, eu tive que passar cinquenta dias colocando três tipos de colírio nele de hora em hora. Vinte e quatro horas por dia. Obviamente, não dormi direito durante esse tempo todo e, no final, eu tinha que programar o despertador com um volume ensurdecedor porque eu tinha tanto sono que só mesmo isso para me acordar com tanta frequência. E quem me conhece sabe que eu tenho sono muito leve.

Tem também as mudanças no meu corpo. Eu tenho cicatrizes por causa dele. Não as amo, mas ser mãe dele faz qualquer marca medonha valer a pena. Todo dia eu ganho um hematoma novo por causa das brincadeiras (ele acha que é pequeno e leve) e sinto uma dor permanente na região da lombar porque ele gosta de tirar cochilos em cima de mim e ele está muito pesado para isso. Mas eu consigo resistir? É claro que não. Eu encaro coisas desse tipo como um pequeno preço a se pagar por uma felicidade que não se mede, por um amor que eu não imaginava ser possível sentir, não digo só pela intensidade, mas pelo tipo de amor. Amor regido por medo dele se machucar, vontade louca de protegê-lo a qualquer custo, culpa por ter que ficar longe dele de vez em quando e, principalmente, por explosões de realização e alegria de saber que ele existe na minha vida. Meu marido e eu explicamos que ele não foi gerado na minha barriga, mas que nasceu do nosso amor. Ele não entende o que nós falamos, é claro. Mas entende o amor. Disso eu tenho certeza. Ele sabe que nós dois somos perdidamente apaixonados por ele.

De todas as mudanças, a maior é a total falta de espontaneidade em qualquer decisão que tomamos. Vamos sair para jantar? Precisamos pensar numa logística. Afinal, se estiver muito calor ele não pode ficar sozinho. Se formos demorar muito tempo, ele pode se sentir solitário. Nossa secretaria do lar pediu demissão? Uma crise! Ele é acostumado com ela. Será que ele vai se adaptar à nova pessoa? Vamos subir para Araras? Preciso ver se estou levando todos os remédios dele (ele é terrivelmente alérgico, então está sempre tomando algum medicamento). Queremos assistir a um filme? Peraí, tenho que ver se é uma produção da MGM porque, se for, ele começa a latir loucamente com aquele leão da abertura.

Latir? É, latir. Meu filho é canino. O nome dele é Babaganoush e ele é um buldogue inglês.

Quem não sabia disso pode estar lendo e pensando: “Ah, então não conta. Não é filho de verdade.” Já ouvi isso de tantas pessoas. Nessas horas, começo a rir por dentro. Porque eu sei que conta, sei do amor que eu sinto e sei que quem não entende não faz por mal, mas, tadinhos, estão lamentavelmente equivocados.

Bruno, Fernanda e o Baba.

Bruno, Fernanda e o Baba.

Eu também já ouvi várias vezes “Não é mesma coisa!”. Nessas horas eu rio alto mesmo. A mesma coisa do que exatamente? Do que um filho humano? É claro que não é! Mas precisa ser a mesma coisa para ser válido? Para ser real? Aliás, até onde eu posso perceber, nenhuma experiência com a maternidade é a “mesma coisa”. Quem é mãe solteira tem uma experiência muito diferente da pessoa que tem um companheiro estável ao seu lado criando um filho. Quem tem filhos mais agitados, com déficit de atenção hiperativo, por exemplo, tem praticamente uma espécie diferente de criança! E quem tem babá e/ou secretária do lar versus quem não tem ajuda alguma? E as mães que não trabalham vis-à-vis as mães que tem carreiras puxadas? Nenhum desses casos é “a mesma coisa” ao serem comparados com suas contrapartidas. Mas nada disso importa.

De repente você está lendo isso e pensando “Mas ele é um cachorro! Não pertence à mesma espécie que você!” Isso é verdade. Mas e daí? Ele pode não aprender a falar português ou ter a mesma habilidade cognitiva de um ser humano, mas e quem tem um filho humano com necessidades especiais? É menos mãe por causa disso? Sim, a expectativa de vida dele é menor do que a minha. Mas a minha tia perdeu o filho dela quando ele era muito jovem. Ela já vive e ainda vai viver muitos e muitos anos a mais do que ele. Ter perdido o filho significa que ela não foi mãe? Ou que ela foi menos mãe? Ah, mas ele não tem minha genética? De fato, não tem(apesar de, inexplicavelmente, os olhos dele serem iguais aos da minha irmã). Mas nenhum filho adotivo tem a genética de seus pais e são filhos tais quais os biológicos. Alguém discorda? Caso positivo, saia da caixa. É muito mais divertido pensar – e viver – fora dela.

A maternidade é uma experiência muito pessoal. De repente um dia eu irei decidir ter filhos humanos e, nesse dia, terei como falar com mais propriedade sobre as diferenças – que obviamente irão existir – entre ter um filho humano e um filho canino. Mas, para todos aqueles que me perguntam quando eu vou ter filho, posso afirmar com uma certeza inexorável: eu já tenho um filho. O nome dele é Babaganoush e ele é perfeito.”

Escritora – Fernanda Lyra

Fernanda escreve para o Blog Afiadas, na seção Ficção Afiada, para ler mais clique aqui!

Alana, bebê de 4 patas.

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“Sempre amei cachorro, e principalmente os bulldogs, com esse bonachão de ser.

Foi que então no dia 16/10/2014 eu ganhei de presente do meu marido, a Alana uma bulldoginha linda, com 2 meses de vida.
Ela entrou em nossas vidas (Jaqueline e Hugo), pra mudar muitas coisas, mas principalmente para nos trazer alegrias, carinho e muito amor pela minha bebe de 4 patas(como eu falo para meus amigos e familia). Ela é muita ativa, danada, bagunceira, reclamona, rocandora, peidoreira(como meu marido fala), adora morder tudo, adora morder um dedão do pé, adora destruir seu tapete higiênico, briga com sua cama. Adora brincar com uma garrafa pet, que ela adotou como brinquedo.
Quando eu chamo a atenção dela, por alguma coisa errada, ela dica #chateada( como se diz por ai), deita em sua cama ou qualquer outro lugar, e fica com aquela carinha de carente, se falo com ela, ela nem me da confiança. Alana está na fase de morder tudo o que vê pela frente, inclusive nós (Jaqueline e Hugo), outro dia brincando com ela na sala de casa, ela mordeu as axilas do meu marido, foi hilário.
Não gosta quando eu vou colocar colírio em seu olho,por causa do olho de cereja que ela tem. Não vejo a hora da Alana ir passear, viajar com a gente por ai.
Vão vir muitas outras histórias da Alana.
Amo essa minha bebe de 4 patas.”

Jaqueline Rogeria da Silva

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